“Campinas/SP foi considerada uma das cidades modelo de inclusão entre as cidades brasileiras. As demais escolhidas foram Fortaleza, Goiânia, Joinvile, Rio de Janeiro e Uberlândia. A escolha foi feita para o projeto CIDADE ACESSÍVEL A DIREITOS HUMANOS da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal, que inclui uma campanha para divulgar e incentivar ações que facilitem o acesso dos 24 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. Em contrapartida, as cidades escolhidas vão receber facilidade para que tenham recursos para novos projetos. Os prefeitos das 6 cidades tiveram que assumir termos de compromisso, comprometendo-se a trabalharem para atingir 100% de acessibilidade. Entre as iniciativas que levaram a escolha de Campinas estão o elevador adaptado no Passo Municipal, a construção de 2 mil rampas de acesso, a construção de 18 novas estações de transferências para usuários do transporte público, e a criação de novos programas, como o programa de acessibilidade inclusiva, que disponibiliza transporte exclusivo para deficientes. Esse sistema já beneficia 1200 usuários, com 280 veículos adaptados. A secretária municipal da cidadania reconhece, porém, que ainda há problemas, o principal dos quais é a adaptação dos prédios antigos.”
*FONTE: Fundação Dorina Nowill para Cegos.
A iniciativa das cidades citadas acima vem cumprir o que determina a lei federal n° 10098 de dezembro de 2000, conhecida como a lei da acessibilidade. Temos conhecimento que no estado da Bahia a cidade que mais tem se preocupado com esta situação é Jequié, inclusive, recentemente em um encontro em Lauro de Freitas, a primeira dama daquela cidade expôs os trabalhos ali realizados referente ao exposto.
Em uma entrevista recente, dada a Simões Filho FM pelo Sr. prefeito Dr. Eduardo Alencar, o mesmo informou que a prefeitura está desenvolvendo um projeto de acessibilidade e mobilidade que irá contemplar a todos os seguimentos, inclusive pessoas idosas e portadoras de deficiência.
Acreditamos nas palavras do Sr. Prefeito e esperamos que após a execução desse projeto nossa cidade sirva de modelo para as demais da região metropolitana.
Até a próxima.
*Digitado por Kleyton do Amor Divino Assis.
Aqui neste espaço debaterei e ouvirei opiniões sobre os diversos assuntos que permeiam nossa vida cotidiana. Buscarei sempre dar um olhar particular as questões do dia-a-dia, expondo a minha "Visão dos Fatos" particulares, coletivos, municipais, estaduais, do país e do mundo.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Podemos fazer a "terra tremer"?
Em 7 de novembro de 1961, o distrito Água Comprida, pertencente a Salvador, adquiriu nova identidade, passando a chamar-se a partir daquela data de cidade de Simões Filho. Em 1975, portanto, com apenas 14 anos, foi violentada por uma decisão ditatorial do Regime Militar, perdendo a sua autonomia política, passando a ser denominada área de segurança nacional.
Em 1985, após muita luta e com o fim do regime militar, retoma a sua autonomia e, muito embora tenha sido retomado o processo democrático, nos últimos 25 anos, infelizmente, temos presenciado posições políticas exercitadas por pessoas ditas lideranças ou “cabeças pensantes” que nos remetem aos idos de Água Comprida.
O radialista Jairo Mascarenhas, em seu programa diário, na emissora Simões Filho FM87.9, está sempre defendendo a necessidade de termos um representante na Assembléia Legislativa saído das hostes políticas simõesfilhense, e modestamente faço coro com ele por entender que se as outras cidades da região metropolitana têm o seu representante, o que falta para termos o nosso ou os nossos?
Na última eleição de 3 de outubro, o que vimos foi o decréscimo das nossas forças. Se não, vejamos: nas eleições de 2006, tivemos três candidatos que somados os votos obtiveram 24 mil; nesta última eleição, com seis candidatos, a votação foi de apenas 15 mil votos, segundo o vereador Eri Costa. Será que é difícil entender esta situação? Acredito que não, só é preciso que as forças políticas passem a pensar em um projeto político para a Cidade, abandonem as vaidades, e deixem de olhar só para seus próprios umbigos, e lembrem-se que somos 120 mil habitantes, mais de 73 mil eleitores e que Água Comprida está distante 49 anos.
É preciso entender também que existem seguimentos da política local que não têm nenhum interesse em que tenhamos elegido um deputado da cidade, pois suas lideranças serão fragilizadas. Imaginem elegermos um deputado estadual de Simões Filho com uma votação de 30 ou 40 mil votos depositados nas urnas da nossa zona eleitoral?
A “terra irá tremer” sob os pés daqueles que não desejam isto.
Portanto, caras lideranças simõesfilhenses, caso os senhores estejam pensando no melhor para a cidade, juntem-se para o bem de todos e dias melhores para o futuro.
Até breve.
*Digitado por Kleyton do Amor Divino Assis.
Em 1985, após muita luta e com o fim do regime militar, retoma a sua autonomia e, muito embora tenha sido retomado o processo democrático, nos últimos 25 anos, infelizmente, temos presenciado posições políticas exercitadas por pessoas ditas lideranças ou “cabeças pensantes” que nos remetem aos idos de Água Comprida.
O radialista Jairo Mascarenhas, em seu programa diário, na emissora Simões Filho FM87.9, está sempre defendendo a necessidade de termos um representante na Assembléia Legislativa saído das hostes políticas simõesfilhense, e modestamente faço coro com ele por entender que se as outras cidades da região metropolitana têm o seu representante, o que falta para termos o nosso ou os nossos?
Na última eleição de 3 de outubro, o que vimos foi o decréscimo das nossas forças. Se não, vejamos: nas eleições de 2006, tivemos três candidatos que somados os votos obtiveram 24 mil; nesta última eleição, com seis candidatos, a votação foi de apenas 15 mil votos, segundo o vereador Eri Costa. Será que é difícil entender esta situação? Acredito que não, só é preciso que as forças políticas passem a pensar em um projeto político para a Cidade, abandonem as vaidades, e deixem de olhar só para seus próprios umbigos, e lembrem-se que somos 120 mil habitantes, mais de 73 mil eleitores e que Água Comprida está distante 49 anos.
É preciso entender também que existem seguimentos da política local que não têm nenhum interesse em que tenhamos elegido um deputado da cidade, pois suas lideranças serão fragilizadas. Imaginem elegermos um deputado estadual de Simões Filho com uma votação de 30 ou 40 mil votos depositados nas urnas da nossa zona eleitoral?
A “terra irá tremer” sob os pés daqueles que não desejam isto.
Portanto, caras lideranças simõesfilhenses, caso os senhores estejam pensando no melhor para a cidade, juntem-se para o bem de todos e dias melhores para o futuro.
Até breve.
*Digitado por Kleyton do Amor Divino Assis.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
ELEIÇÕES: Quem é o dono do voto ?
As eleições de três de outubro aconteceram tranquilamente, porém os resultados deixaram lições que nos remete a algumas reflexões. Os eleitores (povo), que são os verdadeiros detentores do poder, resolveram empurrar a decisão da eleição presidencial para o segundo turno, o que é muito importante, pois amplia o debate e contribui para o aperfeiçoamento da democracia.
Os votos dados a senadora Marina Silva ascendeu um sinal de alerta, e indica também que o eleitorado está amadurecendo. Esta questão de que lado Marina irá pender, é muito subjetiva, pois quem decidirá em quem irá votar serão os eleitores. Não podemos deixar de falar sobre os resultados eleitorais em Simões Filho, muito embora eu não tenha nenhuma pretensão de ser analista por reconhecer a minha pequenez em conhecimento político, alguns fatos precisam ser citados. O Partido dos Trabalhadores sempre obteve votações expressivas em nossa cidade, desde a época em que Lula perdia eleições, e isto já faz muito tempo. Deste modo, a grande votação obtida nas últimas eleições pelo governador Jaques Wagner e a candidata a presidência Dilma Rousseff deverá ser creditada a quem? Obviamente a vontade do eleitorado simõesfilhense.
Em Simões Filho também foram digitados nas urnas eletrônicas 13740 votos em favor da candidata Marina Silva, do Partido Verde. Pergunto: o Partido Verde é bem estruturado em nossa cidade? Quem são suas principais lideranças? Podemos afirmar sem medo de errar que esses votos foram de opinião exclusiva dos eleitores simõesfilhenses.
Nas eleições proporcionais é preciso observar alguns números, senão vejamos: o candidato a deputado federal José Carlos Araújo obteve 5700 votos, Daniel Almeida 5500, Nelson Pelegrino 3500 e o quarto mais votado para federal foi Eze, que obteve 3200 votos. Alguém perguntaria: Eze? De onde vieram esses votos? Pois é, aí está a minha chamada a reflexão. Será que me fiz entender?
O segundo turno para a eleição presidencial está em debate e vamos ver o que acontecerá em 31 de outubro, pois continuo dizendo “o poder emana do povo, e por ele será exercido”.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
Os votos dados a senadora Marina Silva ascendeu um sinal de alerta, e indica também que o eleitorado está amadurecendo. Esta questão de que lado Marina irá pender, é muito subjetiva, pois quem decidirá em quem irá votar serão os eleitores. Não podemos deixar de falar sobre os resultados eleitorais em Simões Filho, muito embora eu não tenha nenhuma pretensão de ser analista por reconhecer a minha pequenez em conhecimento político, alguns fatos precisam ser citados. O Partido dos Trabalhadores sempre obteve votações expressivas em nossa cidade, desde a época em que Lula perdia eleições, e isto já faz muito tempo. Deste modo, a grande votação obtida nas últimas eleições pelo governador Jaques Wagner e a candidata a presidência Dilma Rousseff deverá ser creditada a quem? Obviamente a vontade do eleitorado simõesfilhense.
Em Simões Filho também foram digitados nas urnas eletrônicas 13740 votos em favor da candidata Marina Silva, do Partido Verde. Pergunto: o Partido Verde é bem estruturado em nossa cidade? Quem são suas principais lideranças? Podemos afirmar sem medo de errar que esses votos foram de opinião exclusiva dos eleitores simõesfilhenses.
Nas eleições proporcionais é preciso observar alguns números, senão vejamos: o candidato a deputado federal José Carlos Araújo obteve 5700 votos, Daniel Almeida 5500, Nelson Pelegrino 3500 e o quarto mais votado para federal foi Eze, que obteve 3200 votos. Alguém perguntaria: Eze? De onde vieram esses votos? Pois é, aí está a minha chamada a reflexão. Será que me fiz entender?
O segundo turno para a eleição presidencial está em debate e vamos ver o que acontecerá em 31 de outubro, pois continuo dizendo “o poder emana do povo, e por ele será exercido”.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Se mexer nas pedras a casa cai.
Com a colonização do nosso país, os colonizadores e ditos “descobridores” com o objetivo de manter a “governabilidade”, construíram modelos sociais nefastos, entre estes a escravidão, que durou mais de 300 anos. Atrelada a ela está o coronelismo, que infelizmente aqui e ali ainda encontramos alguns “coronéis” pelo Brasil a fora.
No bojo destas ações, foram criadas expressões mandonistas e ditatoriais conforme a exemplificada: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Apesar da dureza das palavras, podemos tirar algum proveito, pois os “obedientes” são maioria, e assim sendo, se forem organizados terão um “poder de fogo” potente que fará os mandões tremerem. Se não vejamos: Quando vamos construir uma casa, não começamos pelo telhado; primeiro providenciamos as pedras para o alicerce, depois levantamos as paredes e, em seguida é que o telhado é colocado; após a construção pronta, se mexermos nas pedras ela vem abaixo; como podemos observar, as pedras estão num plano inferior, porém são responsáveis pela sustentação da construção; portanto, elas são as “obedientes” que, muito embora estejam numa posição de submissão toda a construção depende delas.
Neste momento de eleições, por que não pensarmos que fazemos parte da maioria “obediente”, e que tudo depende de nós? É preciso refletirmos bastante sobre os exemplos aqui citados.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
No bojo destas ações, foram criadas expressões mandonistas e ditatoriais conforme a exemplificada: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Apesar da dureza das palavras, podemos tirar algum proveito, pois os “obedientes” são maioria, e assim sendo, se forem organizados terão um “poder de fogo” potente que fará os mandões tremerem. Se não vejamos: Quando vamos construir uma casa, não começamos pelo telhado; primeiro providenciamos as pedras para o alicerce, depois levantamos as paredes e, em seguida é que o telhado é colocado; após a construção pronta, se mexermos nas pedras ela vem abaixo; como podemos observar, as pedras estão num plano inferior, porém são responsáveis pela sustentação da construção; portanto, elas são as “obedientes” que, muito embora estejam numa posição de submissão toda a construção depende delas.
Neste momento de eleições, por que não pensarmos que fazemos parte da maioria “obediente”, e que tudo depende de nós? É preciso refletirmos bastante sobre os exemplos aqui citados.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Eleições: não compre 'gato por lebre'.
A mídia mercadológica, através dos veículos de comunicação coloca diuturnamente em nossas residências ofertas de produtos diversos, inclusive alguns de qualidade duvidosa, produzindo a chamada propaganda enganosa. Por conta disso, com o objetivo de proteger os consumidores, foi criada a Lei 8078 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor) para evitar que nos seja vendido “gato por lebre”.
Neste momento de campanha eleitoral no horário político, nossas residências são invadidas também por propaganda de diversos candidatos aos cargos que estão sendo disputados nessas eleições, isto com respaldo da Lei eleitoral 9504 de 1997.
Para que também não sejamos enganados comprando “gato por lebre” é preciso que reflitamos bastante e na hora do voto vamos aplicar o código de defesa do eleitor, de posse do nosso cartão de crédito da cidadania, que é nosso título eleitoral.
Até breve.
Digitado por Kleyton Assis.
Neste momento de campanha eleitoral no horário político, nossas residências são invadidas também por propaganda de diversos candidatos aos cargos que estão sendo disputados nessas eleições, isto com respaldo da Lei eleitoral 9504 de 1997.
Para que também não sejamos enganados comprando “gato por lebre” é preciso que reflitamos bastante e na hora do voto vamos aplicar o código de defesa do eleitor, de posse do nosso cartão de crédito da cidadania, que é nosso título eleitoral.
Até breve.
Digitado por Kleyton Assis.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Os conselho de "Seu" Valdemar.
A rádio Simões Filho FM 87.9 sob o comando do radialista Jairo Mascarenhas, transmite todas as terças-feiras a sessão da câmara de vereadores da nossa cidade, levando ao conhecimento de todos os simõesfilhenses sintonizados no horário tudo que acontece naquela casa legislativa.
Na última terça-feira, 31 de agosto, a sessão foi bastante movimentada com debates com acirramentos de ânimos entre alguns vereadores, motivado pela paternidade de algumas indicações que, segundo uns, outro vereador apodera-se das indicações alheias e publica no seu site dizendo ser de sua autoria.
Este episódio fez com que eu viajasse no tempo e lembrar-me de um fato que aqui citarei. Quando eu ainda adolescente, na cidade de Castro Alves, minha terra natal, existia transporte ferroviário de passageiros com vários horários diários, e os adolescentes como eu íamos para a estação para nos distrairmos “pongando” nos vagões da composição. Havia um senhor, morador próximo da rua da estação, conhecido como “Seu” Valdemar, que quando passávamos dizia: “Lá vão os ‘ponguistas’; quem muitas pedras ‘bole’ um dia uma lhe dá na cabeça”. Toda vez que repetíamos o nosso ato de peraltice “Seu” Valdemar falava sempre a mesma coisa.
Certo dia, resolvemos perguntar a “Seu” Valdemar o significado daquela frase, e ele respondeu: “Meus filhos, vocês ficam ‘pongando’ no trem, de repente um de vocês cai, e olhe o problema criado para seus pais?! Aí a “pedra” lhes deu na cabeça”.
Estas semelhanças são mera coincidência, e espero que quem ler o que está escrito aqui faça o seu juízo de valor.
Até breve.
Digitado por Kleyton Assis.
Na última terça-feira, 31 de agosto, a sessão foi bastante movimentada com debates com acirramentos de ânimos entre alguns vereadores, motivado pela paternidade de algumas indicações que, segundo uns, outro vereador apodera-se das indicações alheias e publica no seu site dizendo ser de sua autoria.
Este episódio fez com que eu viajasse no tempo e lembrar-me de um fato que aqui citarei. Quando eu ainda adolescente, na cidade de Castro Alves, minha terra natal, existia transporte ferroviário de passageiros com vários horários diários, e os adolescentes como eu íamos para a estação para nos distrairmos “pongando” nos vagões da composição. Havia um senhor, morador próximo da rua da estação, conhecido como “Seu” Valdemar, que quando passávamos dizia: “Lá vão os ‘ponguistas’; quem muitas pedras ‘bole’ um dia uma lhe dá na cabeça”. Toda vez que repetíamos o nosso ato de peraltice “Seu” Valdemar falava sempre a mesma coisa.
Certo dia, resolvemos perguntar a “Seu” Valdemar o significado daquela frase, e ele respondeu: “Meus filhos, vocês ficam ‘pongando’ no trem, de repente um de vocês cai, e olhe o problema criado para seus pais?! Aí a “pedra” lhes deu na cabeça”.
Estas semelhanças são mera coincidência, e espero que quem ler o que está escrito aqui faça o seu juízo de valor.
Até breve.
Digitado por Kleyton Assis.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Pérolas na política.
POLÍTICA COM VATAPÁ: O Judas.
Com pouco estudo e língua solta, Daniel Gomes, ex-prefeito de Jussari e irmão do ex-prefeito de Itabuna Fernando Gomes, marcou época na Assembléia pela tiradas hilárias.
Eleito deputado estadual em 1975 pelo velho MDB, partido que ajudou a fundar, teve três mandatos, dois outros pelo PMDB. O terceiro, em 1988. A Assembléia estava em ebulição. Era o ano da Constituinte Estadual, Daniel queria ser o 2°-secretário da mesa, cargo que cabia à oposição, pediu votos aos companheiros de partido, entre eles Antônio Honorato, que garantiu apoio.
Na hora em que anunciaram a chapa oficial, Honorato estava candidato. Daniel subiu na tribuna, abriu fogo:
- Honorato, você é um traidor escarrado e cuspido! Disse que votava em mim e agora é candidato! Aliás, eu caí porque fui besta. Eu sempre achei que você com essa barbicha se parece muito com o Judas Carioca!
Quis dizer Judas Iscariotes, o traidor de Jesus. Até Honorato riu, mas a paz só se restabeleceu quando Daniel levou o cargo.
*Extraído do Jornal A Tarde, do dia 07/08/2010.
Pérolas desta qualidade não acontecem somente na Bahia e no Nordeste. Citarei uma destas “belezas” acontecida em uma cidade do estado de São Paulo.
Campanha política, palanque armado na praça iluminada cheia de gente para o comício do candidato a prefeito. Entra em cena o dito cujo e ataca: “Boa noite meus ‘caro cidadão’. Se vocês me ‘elegerem’, vou construir as ‘igreja’”. Silêncio total na praça, olhares para um lado e para outro, e ele continua, vou construir as “escola e creche”. A platéia entrou empovorosa.
Um assessor vendo o vexame cochichou no ouvido do candidato: “Empregue o plural, empregue o plural, empregue o plural!” Aí, a emenda foi pior do que o soneto, porque o candidato atendendo aos apelos do assessor falou: “Se eu for eleito vou empregar o plural, o pai do plural, a mãe do plural, os ‘irmão’ do plural, e a família toda, pois eles ‘merece’”. Sabe o que aconteceu? A praça ficou vazia e o candidato falando apenas para os seus assessores.
Neste momento que estamos vivenciando uma campanha eleitoral para as eleições de 3 de outubro próximo, é bom citarmos estas pérolas para que nós eleitores estejamos sempre a refletir sobre a escolha de quem nós vamos creditar o nosso voto.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
Com pouco estudo e língua solta, Daniel Gomes, ex-prefeito de Jussari e irmão do ex-prefeito de Itabuna Fernando Gomes, marcou época na Assembléia pela tiradas hilárias.
Eleito deputado estadual em 1975 pelo velho MDB, partido que ajudou a fundar, teve três mandatos, dois outros pelo PMDB. O terceiro, em 1988. A Assembléia estava em ebulição. Era o ano da Constituinte Estadual, Daniel queria ser o 2°-secretário da mesa, cargo que cabia à oposição, pediu votos aos companheiros de partido, entre eles Antônio Honorato, que garantiu apoio.
Na hora em que anunciaram a chapa oficial, Honorato estava candidato. Daniel subiu na tribuna, abriu fogo:
- Honorato, você é um traidor escarrado e cuspido! Disse que votava em mim e agora é candidato! Aliás, eu caí porque fui besta. Eu sempre achei que você com essa barbicha se parece muito com o Judas Carioca!
Quis dizer Judas Iscariotes, o traidor de Jesus. Até Honorato riu, mas a paz só se restabeleceu quando Daniel levou o cargo.
*Extraído do Jornal A Tarde, do dia 07/08/2010.
Pérolas desta qualidade não acontecem somente na Bahia e no Nordeste. Citarei uma destas “belezas” acontecida em uma cidade do estado de São Paulo.
Campanha política, palanque armado na praça iluminada cheia de gente para o comício do candidato a prefeito. Entra em cena o dito cujo e ataca: “Boa noite meus ‘caro cidadão’. Se vocês me ‘elegerem’, vou construir as ‘igreja’”. Silêncio total na praça, olhares para um lado e para outro, e ele continua, vou construir as “escola e creche”. A platéia entrou empovorosa.
Um assessor vendo o vexame cochichou no ouvido do candidato: “Empregue o plural, empregue o plural, empregue o plural!” Aí, a emenda foi pior do que o soneto, porque o candidato atendendo aos apelos do assessor falou: “Se eu for eleito vou empregar o plural, o pai do plural, a mãe do plural, os ‘irmão’ do plural, e a família toda, pois eles ‘merece’”. Sabe o que aconteceu? A praça ficou vazia e o candidato falando apenas para os seus assessores.
Neste momento que estamos vivenciando uma campanha eleitoral para as eleições de 3 de outubro próximo, é bom citarmos estas pérolas para que nós eleitores estejamos sempre a refletir sobre a escolha de quem nós vamos creditar o nosso voto.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
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