Começará nesta terça feira, dia 17 e irá até 30 de setembro o horário político no rádio e na TV, que tem o objetivo de garimpar votos para as eleições de três de outubro. Não tenho receio de afirmar que a maioria dos telespectadores e rádio-ouvintes desligará os seus respectivos aparelhos naquele momento por considerarem propaganda enganosa.
Não tenho nenhuma pretensão em condenar ou aplaudir tal atitude, mas afirmo que a maioria dos políticos fica grata por entenderem que desligar os aparelhos não os incomoda, pois se não os assiste ou ouve, não os analisarão.
No último dia 5 deste mês, a TV Bandeirantes promoveu um debate político com os principais presidenciáveis; naquela mesma data e horário, a Rede Globo mostrou para todo Brasil a partida de futebol entre o Internacional e o São Paulo. Segundo o IBOPE, o debate alcançou dois pontos de audiência, enquanto a partida de futebol atingiu os 32 pontos.
Entendo que, se o resultado fosse inverso, ou seja, 32 pontos para o debate e 2 pontos para a partida de futebol, obviamente os políticos ficariam preocupados por entenderem que os telespectadores estavam interessados em avaliá-los; isto não acontecendo, eles ficam acavalheiros para expor suas propagandas enganosas.
Continuo dizendo que não canso de afirmar que precisamos nos politizar para sermos capazes de construir as transformações que o país tanto necessita, e isto pode ser possível sim, desde que saibamos valorizar o nosso cartão de crédito da cidadania, que é o título de eleitor.
Até breve.
*Digitado por Verônica Assis Portugal.
Aqui neste espaço debaterei e ouvirei opiniões sobre os diversos assuntos que permeiam nossa vida cotidiana. Buscarei sempre dar um olhar particular as questões do dia-a-dia, expondo a minha "Visão dos Fatos" particulares, coletivos, municipais, estaduais, do país e do mundo.
domingo, 15 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Pérolas na política.
POLÍTICA COM VATAPÁ: A cedilha
Mamede Paes Mendonça, o peão que começou a vida dando duro na enxada e se transformou no dono de um império, a rede Paes Mendonça (hoje arrendada ao Bompreço), mal completou o curso primário. Dele contavam mil histórias, e certa vez perguntaram-lhe se eram verdadeiras.
- É tanta coisa que eu me perdi. Já não sei o que é verdade e o que é inventado.
Uma delas, relatada no livro Mamede Paes Mendonça, da jornalista Ivana Braga (ainda no prelo, a ser publicado este ano da Coletânea Assembleia), diz que, certo dia, nos primórdios da Rede Paes Mendonça, chegou uma carreta de cal. Estrilou:
- Eu não pedi isso! Pode levar!
- Foi o senhor, sim. E fez o pedido do próprio punho.
O fornecedor passou a lista, estava lá:
Uma carreta de cal.
Mamede leu, botou a mão na cabeça:
- Deus do céu! Eu esqueci a cedilha...
*Extraído do Jornal A Tarde, do dia 01/08/2010.
Esta pérola do Jornal A Tarde faz lembrar uma história de um prefeito de uma cidade pequena da região de Castro Alves. Chega à prefeitura um fornecedor para receber uma fatura, que na moeda de hoje seria de seiscentos reais. O chefe do executivo autoriza a sua assessora, tão inteligente quanto ele, a emitir o cheque no valor devido. A assessora pergunta: “Chefe, como é que escreve seiscentos? Com ‘c’ ou com ‘s’? e prontamente, o prefeito responde: “Até a senhora, Dona Umbelina? Faça dois cheques de trezentos e está resolvido o problema!”
É por estas e outras histórias que em época de eleição temos que está sempre falando sobre politização para evitarmos eleger políticos do quilate citado, pois é preciso entendermos que o cidadão tem que saber no mínimo “ler e escrever”.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
Mamede Paes Mendonça, o peão que começou a vida dando duro na enxada e se transformou no dono de um império, a rede Paes Mendonça (hoje arrendada ao Bompreço), mal completou o curso primário. Dele contavam mil histórias, e certa vez perguntaram-lhe se eram verdadeiras.
- É tanta coisa que eu me perdi. Já não sei o que é verdade e o que é inventado.
Uma delas, relatada no livro Mamede Paes Mendonça, da jornalista Ivana Braga (ainda no prelo, a ser publicado este ano da Coletânea Assembleia), diz que, certo dia, nos primórdios da Rede Paes Mendonça, chegou uma carreta de cal. Estrilou:
- Eu não pedi isso! Pode levar!
- Foi o senhor, sim. E fez o pedido do próprio punho.
O fornecedor passou a lista, estava lá:
Uma carreta de cal.
Mamede leu, botou a mão na cabeça:
- Deus do céu! Eu esqueci a cedilha...
*Extraído do Jornal A Tarde, do dia 01/08/2010.
Esta pérola do Jornal A Tarde faz lembrar uma história de um prefeito de uma cidade pequena da região de Castro Alves. Chega à prefeitura um fornecedor para receber uma fatura, que na moeda de hoje seria de seiscentos reais. O chefe do executivo autoriza a sua assessora, tão inteligente quanto ele, a emitir o cheque no valor devido. A assessora pergunta: “Chefe, como é que escreve seiscentos? Com ‘c’ ou com ‘s’? e prontamente, o prefeito responde: “Até a senhora, Dona Umbelina? Faça dois cheques de trezentos e está resolvido o problema!”
É por estas e outras histórias que em época de eleição temos que está sempre falando sobre politização para evitarmos eleger políticos do quilate citado, pois é preciso entendermos que o cidadão tem que saber no mínimo “ler e escrever”.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A CIDE ou o Pedágio ?
Os veículos de comunicação estão sempre a nos informar sobre quanto nós pagamos de impostos, o que nos deixa indignados, por sabermos que recursos não são aplicados conforme o que determina a legislação.
Estamos vivendo neste momento uma campanha eleitoral, e é sempre bom lembrar-se de episódios passados em outras. Na campanha de 2002, em um dos debates para presidente, o Garotinho carioca colocou uma “casca de banana” para o então candidato Lula, o que ele iria fazer com a CIDE caso fosse eleito. Tendo o perguntado ficado embaraçado, o perguntador esclareceu que a CIDE é o imposto dos combustíveis.
A CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) foi criada pela Lei n° 10.336, de 19 de dezembro de 2001, e incide sobre todos os combustíveis, inclusive o etanol. A distribuição a que se refere ao produto de arrecadação da CIDE observará os seguintes critérios:
I – 40% (quarenta por cento) proporcionalmente à extensão da malha viária federal e estadual pavimentada existente em cada Estado e no Distrito Federal, conforme estatísticas elaboradas pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes - DNIT; (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004)
II – 30% (trinta por cento) proporcionalmente ao consumo, em cada Estado e no Distrito Federal, dos combustíveis a que a CIDE se aplica, conforme estatísticas elaboradas pela Agência Nacional do Petróleo - ANP; (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004
III – 20% (vinte por cento) proporcionalmente à população, conforme apurada pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004)
IV – 10% (dez por cento) distribuídos em parcelas iguais entre os Estados e o Distrito Federal. (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004)
* Dados da Recita da Fazenda (http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/Leis/2001/lei10336.htm)
Conforme o exposto, é de se perguntar: Se nós já pagamos um imposto para manutenção das rodovias, será lícito pagarmos também pedágio?
Quero acreditar que igual ao candidato Lula em 2002, vários proprietários de veículos automotores devem desconhecer que pagam este imposto no ato do abastecimento nos postos de combustíveis.
Estamos vivendo neste momento uma campanha eleitoral, e é sempre bom lembrar-se de episódios passados em outras. Na campanha de 2002, em um dos debates para presidente, o Garotinho carioca colocou uma “casca de banana” para o então candidato Lula, o que ele iria fazer com a CIDE caso fosse eleito. Tendo o perguntado ficado embaraçado, o perguntador esclareceu que a CIDE é o imposto dos combustíveis.
A CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) foi criada pela Lei n° 10.336, de 19 de dezembro de 2001, e incide sobre todos os combustíveis, inclusive o etanol. A distribuição a que se refere ao produto de arrecadação da CIDE observará os seguintes critérios:
I – 40% (quarenta por cento) proporcionalmente à extensão da malha viária federal e estadual pavimentada existente em cada Estado e no Distrito Federal, conforme estatísticas elaboradas pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes - DNIT; (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004)
II – 30% (trinta por cento) proporcionalmente ao consumo, em cada Estado e no Distrito Federal, dos combustíveis a que a CIDE se aplica, conforme estatísticas elaboradas pela Agência Nacional do Petróleo - ANP; (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004
III – 20% (vinte por cento) proporcionalmente à população, conforme apurada pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004)
IV – 10% (dez por cento) distribuídos em parcelas iguais entre os Estados e o Distrito Federal. (Incluído pela Lei nº 10.866, de 2004)
* Dados da Recita da Fazenda (http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/Leis/2001/lei10336.htm)
Conforme o exposto, é de se perguntar: Se nós já pagamos um imposto para manutenção das rodovias, será lícito pagarmos também pedágio?
Quero acreditar que igual ao candidato Lula em 2002, vários proprietários de veículos automotores devem desconhecer que pagam este imposto no ato do abastecimento nos postos de combustíveis.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
As indagações do professor.
“Vamos começar a conversa por dois placares recentes: Holanda 2 x Brasil 1; Ensino Médio Brasileiro 3,6 x Educação de Qualidade 0. Agora responda: Qual dos dois placares causou forte consternação no País, com brasileiros arrancando os cabelos e ameaçando afogar-se no dique? O da copa ou o do Ideb?”
*Trecho extraído do artigo do educador e poeta Jorge Portugal, intitulado de “Educação e cabeças de bola” do Jornal A Tarde, dia 20/7/2010.
As indagações do professor Portugal no texto do jornal A Tarde nos levam a reflexões diversas; no entanto, vou apenas exemplificar um episódio recente que coaduna com as indagações do professor. No mês de março do corrente ano, encerrou-se o Reality Show da Rede Globo de televisão, o BBB 10. Naquela oportunidade, a emissora informou que durante as exibições do programa foram recebidos 160 milhões de acessos de telespectadores para votar nos candidatos que disputavam o prêmio final.
Quando observamos a preocupação do professor Portugal no que diz respeito ao interesse do nosso povo por questões que não contribuem para o desenvolvimento do nosso País, chegamos à conclusão que os nossos políticos “deitam e rolam” por saberem que os eleitores pouco estão se importando com as atitudes dos mesmos.
Vamos fazer um exercício de imaginação: Já pensou se aqueles 160 milhões de acessos para o BBB e aqueles que “enlouqueceram” porque a seleção brasileira não trouxe o caneco, se interessassem assim também com os debates políticos? Obviamente que o comportamento dos nossos governantes seria com certeza outro.
Vamos aproveitar este momento de campanha política para refletirmos bastante, pois as transformações que precisamos no País estão em nossas mãos.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
*Trecho extraído do artigo do educador e poeta Jorge Portugal, intitulado de “Educação e cabeças de bola” do Jornal A Tarde, dia 20/7/2010.
As indagações do professor Portugal no texto do jornal A Tarde nos levam a reflexões diversas; no entanto, vou apenas exemplificar um episódio recente que coaduna com as indagações do professor. No mês de março do corrente ano, encerrou-se o Reality Show da Rede Globo de televisão, o BBB 10. Naquela oportunidade, a emissora informou que durante as exibições do programa foram recebidos 160 milhões de acessos de telespectadores para votar nos candidatos que disputavam o prêmio final.
Quando observamos a preocupação do professor Portugal no que diz respeito ao interesse do nosso povo por questões que não contribuem para o desenvolvimento do nosso País, chegamos à conclusão que os nossos políticos “deitam e rolam” por saberem que os eleitores pouco estão se importando com as atitudes dos mesmos.
Vamos fazer um exercício de imaginação: Já pensou se aqueles 160 milhões de acessos para o BBB e aqueles que “enlouqueceram” porque a seleção brasileira não trouxe o caneco, se interessassem assim também com os debates políticos? Obviamente que o comportamento dos nossos governantes seria com certeza outro.
Vamos aproveitar este momento de campanha política para refletirmos bastante, pois as transformações que precisamos no País estão em nossas mãos.
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
As idéias do empresário.
Na última quarta-feira, dia 21, os radialistas Jairo Mascarenhas e Sérgio Ferreira no Programa Bom dia Simões Filho, da emissora Simões Filho FM 87.9, entrevistaram o empresário do setor de auto peças do comércio da nossa Cidade, Senhor Nilton Novaes Caldas. Fiz questão de cá de meu canto acompanhar a entrevista ponto por ponto. No decorrer das conversas, pude observar a preocupação do empresário com os gargalos que travam o desenvolvimento do comércio e, conseqüentemente, da cidade de Simões Filho como um todo.
O Senhor Nilton enumerou os gargalos existentes e apontou quais seriam as soluções imediatas e a médio e longo prazo.
Confesso que me simpatizei bastante com o exposto pelo entrevistado; como sou otimista até o tutano, entendo que os obstáculos só são intransponíveis para quem fica de braços cruzados, às vezes convenientemente.
Mais adiante veio a pergunta feita por Jairo Mascarenhas que achei crucial: “O Senhor apoiou nas últimas eleições o atual prefeito, e agora se desligou do mesmo; caiu fora do barco?”. Resposta do senhor Nilton: “Não caí fora do barco porque o meu barco é Simões Filho, onde resido há 35 anos”. Segundo o entrevistado, foi apresentado ao então candidato um projeto de expansão para o município, onde eliminaria os gargalos citados; foi aceito, porém depois que assumiu a administração lhe foi dito que o projeto só poderia ser discutido depois de um ano de administração. Esta foi à razão, segundo o senhor Nilton, que fez com que ele se afastasse, pois o compromisso assumido deixou de ser cumprido.
É por estas e outras histórias que conheço de nossa cidade, é que tem dito que precisamos nos politizar cada vez mais, e buscar o entendimento entre todas as correntes de pensamentos e promover os debates de idéias para que unificadamente possamos chegar a um denominador e provar que somos capazes de dirigir os destinos de nosso município, pois acredito que sem unidade não conseguiremos as transformações que desejamos.
Voltarei já.
O Senhor Nilton enumerou os gargalos existentes e apontou quais seriam as soluções imediatas e a médio e longo prazo.
Confesso que me simpatizei bastante com o exposto pelo entrevistado; como sou otimista até o tutano, entendo que os obstáculos só são intransponíveis para quem fica de braços cruzados, às vezes convenientemente.
Mais adiante veio a pergunta feita por Jairo Mascarenhas que achei crucial: “O Senhor apoiou nas últimas eleições o atual prefeito, e agora se desligou do mesmo; caiu fora do barco?”. Resposta do senhor Nilton: “Não caí fora do barco porque o meu barco é Simões Filho, onde resido há 35 anos”. Segundo o entrevistado, foi apresentado ao então candidato um projeto de expansão para o município, onde eliminaria os gargalos citados; foi aceito, porém depois que assumiu a administração lhe foi dito que o projeto só poderia ser discutido depois de um ano de administração. Esta foi à razão, segundo o senhor Nilton, que fez com que ele se afastasse, pois o compromisso assumido deixou de ser cumprido.
É por estas e outras histórias que conheço de nossa cidade, é que tem dito que precisamos nos politizar cada vez mais, e buscar o entendimento entre todas as correntes de pensamentos e promover os debates de idéias para que unificadamente possamos chegar a um denominador e provar que somos capazes de dirigir os destinos de nosso município, pois acredito que sem unidade não conseguiremos as transformações que desejamos.
Voltarei já.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Estamos de volta com as eleições 2010.
Atenção companheiros e companheiras.
Amigos e amigas, convergentes e divergentes, após alguns dias de recesso, estou aqui de volta, em um momento que considero bastante importante, por estarmos em plena campanha eleitoral para as eleições gerais de 3 de outubro. Sabemos que iremos eleger o presidente da república, 27 governadores, 2 senadores por Estado, e deputados estaduais e federais em todo país.
Na Bahia, estaremos elegendo 63 representantes para a Assembléia Legislativa e 39 deputados federais. Esta é a oportunidade que temos para fazer bastante reflexão sobre quem nós vamos escolher para depositar o nosso voto de confiança durante quatro anos, pois o que irá acontecer ou não acontecer é de nossa responsabilidade.
Aqui em Simões Filho, alguns segmentos têm se preocupado em eleger para deputado estadual um ou dois representantes legítimos da Cidade, mas infelizmente pelo que está sendo posto, algumas pessoas ditas liderança não estão interessadas que isto aconteça.
Será que vamos ficar eternamente colocando alienígenas no poder?
Até breve!
Aproveitando a oportunidade, conforme o texto acima, entendo ser pertinente a transcrição desta nota do Jornal A Tarde, publicada no dia 18 de julho.
POLÍTICA COM VATAPÁ: Criando Problema
Alceu Barros, hoje prefeito de Pedrão, estava desempregado e resolveu procurar o amigo Osório Vilas Boas, então presidente da Câmara de Salvador. Foi recebido com festa:
-Grande Alceu!... A que devo a honra?
- à necessidade, Osório. Infelizmente. Estou desempregado e como você disse que qualquer coisa que eu precisasse lhe procurasse, vim lhe ver.
- Ora, Alceu. Um homem do seu quilate moral e da sua competência profissional (é contador) não pode ficar assim. Se considere um ex-desempregado. Amanhã pode abrir o Diário Oficial e confira.
Dia seguinte Alceu correu ao D.O., estava lá o decreto nomeando-o assessor especial da presidência. Procurou Osório.
- Osório, vim aqui por dois motivos. Lhe dizer muito obrigado e também saber onde é que vou trabalhar.
E Osório:
- Oh, Alceu... Eu já atendi seu pedido, agora atenda o meu. Não me crie problemas!...
Será que pérola deste quilate acontece em Simões Filho? É preciso ficarmos de olhos abertos.
Amigos e amigas, convergentes e divergentes, após alguns dias de recesso, estou aqui de volta, em um momento que considero bastante importante, por estarmos em plena campanha eleitoral para as eleições gerais de 3 de outubro. Sabemos que iremos eleger o presidente da república, 27 governadores, 2 senadores por Estado, e deputados estaduais e federais em todo país.
Na Bahia, estaremos elegendo 63 representantes para a Assembléia Legislativa e 39 deputados federais. Esta é a oportunidade que temos para fazer bastante reflexão sobre quem nós vamos escolher para depositar o nosso voto de confiança durante quatro anos, pois o que irá acontecer ou não acontecer é de nossa responsabilidade.
Aqui em Simões Filho, alguns segmentos têm se preocupado em eleger para deputado estadual um ou dois representantes legítimos da Cidade, mas infelizmente pelo que está sendo posto, algumas pessoas ditas liderança não estão interessadas que isto aconteça.
Será que vamos ficar eternamente colocando alienígenas no poder?
Até breve!
Aproveitando a oportunidade, conforme o texto acima, entendo ser pertinente a transcrição desta nota do Jornal A Tarde, publicada no dia 18 de julho.
POLÍTICA COM VATAPÁ: Criando Problema
Alceu Barros, hoje prefeito de Pedrão, estava desempregado e resolveu procurar o amigo Osório Vilas Boas, então presidente da Câmara de Salvador. Foi recebido com festa:
-Grande Alceu!... A que devo a honra?
- à necessidade, Osório. Infelizmente. Estou desempregado e como você disse que qualquer coisa que eu precisasse lhe procurasse, vim lhe ver.
- Ora, Alceu. Um homem do seu quilate moral e da sua competência profissional (é contador) não pode ficar assim. Se considere um ex-desempregado. Amanhã pode abrir o Diário Oficial e confira.
Dia seguinte Alceu correu ao D.O., estava lá o decreto nomeando-o assessor especial da presidência. Procurou Osório.
- Osório, vim aqui por dois motivos. Lhe dizer muito obrigado e também saber onde é que vou trabalhar.
E Osório:
- Oh, Alceu... Eu já atendi seu pedido, agora atenda o meu. Não me crie problemas!...
Será que pérola deste quilate acontece em Simões Filho? É preciso ficarmos de olhos abertos.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Pérolas na política.
POLÍTICA COM VATAPÁ: O Endereço
Essa integra o folclore dos meios jurídicos.
Leônidas Fernandes Leão marcou época como juiz de direito em Ipiaú nos anos 50. Era figura de proa na sociedade local, conhecido, respeitado e querido por todos, fundador da Loja Maçônica local, hoje nome de uma das mais importantes ruas da cidade.
Belo dia, ele comandava audiência num processo sobre um assassinato. Diante dele, a única testemunha do trágico episódio, uma prostituta. Ele começa:
- Diga seu nome completo.
Ela disse, o magistrado prosseguiu:
- Profissão.
Ela pensou, paparicou, cravou:
- Doméstica.
- Endereço.
A distinta reagiu indignada:
- Ah, Dr. Leônidas, o senhor vai lá todo dia e vem me perguntar isso? Aí já é demais...
*FONTE: Jornal A Tarde, sábado 29 de Maio de 2010.
Aviso aos navegantes:
Temos alguns ‘chegados’ em Simões Filho pertencentes à Loja Maçônica; mirem-se no episódio citado acima, e quando forem ‘navegar’ não esqueçam o colete salva-vida.
Estamos entrando em recesso junino. Até breve!
Essa integra o folclore dos meios jurídicos.
Leônidas Fernandes Leão marcou época como juiz de direito em Ipiaú nos anos 50. Era figura de proa na sociedade local, conhecido, respeitado e querido por todos, fundador da Loja Maçônica local, hoje nome de uma das mais importantes ruas da cidade.
Belo dia, ele comandava audiência num processo sobre um assassinato. Diante dele, a única testemunha do trágico episódio, uma prostituta. Ele começa:
- Diga seu nome completo.
Ela disse, o magistrado prosseguiu:
- Profissão.
Ela pensou, paparicou, cravou:
- Doméstica.
- Endereço.
A distinta reagiu indignada:
- Ah, Dr. Leônidas, o senhor vai lá todo dia e vem me perguntar isso? Aí já é demais...
*FONTE: Jornal A Tarde, sábado 29 de Maio de 2010.
Aviso aos navegantes:
Temos alguns ‘chegados’ em Simões Filho pertencentes à Loja Maçônica; mirem-se no episódio citado acima, e quando forem ‘navegar’ não esqueçam o colete salva-vida.
Estamos entrando em recesso junino. Até breve!
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