Ainda não nos indignamos o suficiente com os problemas da educação. Embora ações mais recentes do governo federal tenham impulsionado mudanças significativas no País, a esquerda ficou devendo um projeto efetivo para a escola pública. Na Bahia, por exemplo, nada de profundo se fez para alterar a degradação que Wagner herdou dos governos anteriores. Sequer fizeram um alinhamento coerente com as políticas do MEC ou mesmo um projeto aglutinador que representasse uma alternativa ao espúrio programa "educar para vencer".
Os municípios também não contribuíram (com raras exceções) para que qualquer mudança significativa fosse percebida no Estado. A ligeira melhora do Ideb, mesmo que permaneça seguindo a progressão de dois décimos por biênio, não será suficiente para minimizar os prejuízos de uma educação precária em duas ou mais gerações. O governo federal tem indicado alguns caminhos interessantes, mas como não responde diretamente pela aplicação das políticas nos sistemas, essas ações geralmente chegam aos estados e municípios de maneira pulverizada e inconsistente.
Sabemos que uma transformação profunda neste quadro de atraso não é algo simples e nem custa pouco. Resta-nos saber até que pontos governos e sociedade consideram essa questão prioritária. Em que medida ainda se acredita que qualquer transformação social desejável, que se possa operar em profundidade, terá que ser feita através do acesso a educação e cultura? Quantos creem que são esses os únicos bens que poderíamos socializar de maneira radicalmente igualitária?
A contratação de professores devidamente habilitados por concurso público, o pagamento do piso salarial e um plano de carreira que privilegie a qualificação profissional de educação são medidas emergenciais que foram cinicamente deixadas de lado pelo governo. Começamos mais um ano letivo sem professores nas escolas públicas, e a Secretaria de Educação do Estado se prepara, mais uma vez, para substituí-los por "estagiários" ou por qualquer outro regime ilegal de contratação. Mas quem irá se indignar?
* Por Ricardo Henrique de Andrade
- Prof. de filosofia da UFRB (Amargosa) -
> Extraído do Jornal A Tarde do dia16 de março de 2012.
Aqui neste espaço debaterei e ouvirei opiniões sobre os diversos assuntos que permeiam nossa vida cotidiana. Buscarei sempre dar um olhar particular as questões do dia-a-dia, expondo a minha "Visão dos Fatos" particulares, coletivos, municipais, estaduais, do país e do mundo.
segunda-feira, 19 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
O nosso futebol e a democracia.*
*Texto do professor Cristiano Assis, postado no blog Panorama dos Esportes.
Estamos vendo e sendo testemunhas de episódios importantes para os desígnios políticos em nosso futebol, tanto na esfera nacional como em nosso metiê local. Serei sintético e específico na abordagem pois o noticiário nosso de cada dia já nos enxurrou de informações e verdades(?) sobre os ditos temas.
O primeiro fato relevante foi a renúncia do poderoso chefão do futebol nacional, Ricardo Teixeira. Depois de 23 anos a frente da CBF o “super-genro” sai de cena. Porém, ele sai ficando. Deixa os seus asseclas no poder, influencia ainda na estrutura. Porém, é relevante a saída do individuo. Da queda do Ricardão deveria ocorrer um amplo debate sobre a renovação dos mandos e desmandos da CBF, a politicagem no futebol nacional, o poder concentrado nas federações e o clientelismo político advindo dessa relação promíscua, entre outros males ao nosso futebol. Parabéns a presidente Dilma que não manteve a mesma filosofia “companheira” com a CBF perpetrada pelo seu histórico antecessor. Tomara que agora, em razão desse momento transitório de enfraquecimento político dos cartolas, estes se vejam impelidos a serem mais austeros e organizem a copa em nosso país e nossa seleção que está em um momento meio perdido.
Vindo ao nosso âmbito estadual vimos o imbróglio do Esporte Clube Bahia que esta semana sofreu uma intervenção relâmpago, advinda de uma ação perpetrada pela oposição ao grupo hegemônico dominante há décadas no tricolor. Não entrarei em méritos e em questiúnculas sobre o assunto, do tipo “que não existe oposição, que são aproveitadores e tal...”. A oposição tanto existe que ela se manifesta corriqueiramente. A forma e o método é que é passível de gosto e discussão... Como sempre, o motivador de todas estas turbulências no Bahia é a falta de transparência nos processos internos do clube. Este é o âmago de toda a questão. Espero que o presidente Marcelo Guimarães Filho tenha entendido estes acontecimentos e refletido que é irreversível a abertura democrática do clube. Tenha uma atitude de distensão política e convoque todos os tricolores, reformule este bendito estatuto, antecipe as eleições e coloque o sócio-torcedor para votar!!! Além de dar clareza ao processo, a democracia plena realmente ocorreria no Bahia. Um clube tão popular e gigante como o tricolor não pode ter seus destinos apenas nas mãos dos “homens do presidente”. Outra coisa: isto automaticamente atrairia mais torcedores para associar-se ao clube. Em pleno era do futebol marketing e negócio, esta seria uma oportunidade impar ao nosso amado tricolor.
Finalizando o raciocínio, e apesar de ter me debruçado à questão da CBF e do Bahia, porque quando se fala em democratização, eleições diretas e tal aqui na Bahia só se fala no Bahia? Esta discussão tem que passar pelo glorioso Esporte Clube Vitória também. A reboque reformas na nossa Federação Baiana de Futebol e fim dos feudos políticos no esporte. Porque prefeitos, governadores e presidentes da república tem mandato com início e fim e direito a uma reeleição e estes senhores feudais incrustam-se nos seus tronos? São perguntas que todos nós devemos buscar as respostas. Eu tenho algumas minhas... e vocês: têm as suas? Verbalize as suas e faça mover a democracia, companheiros!!!
Um abraço a todos!!!
Olá a todos!!!
Estamos vendo e sendo testemunhas de episódios importantes para os desígnios políticos em nosso futebol, tanto na esfera nacional como em nosso metiê local. Serei sintético e específico na abordagem pois o noticiário nosso de cada dia já nos enxurrou de informações e verdades(?) sobre os ditos temas.
O primeiro fato relevante foi a renúncia do poderoso chefão do futebol nacional, Ricardo Teixeira. Depois de 23 anos a frente da CBF o “super-genro” sai de cena. Porém, ele sai ficando. Deixa os seus asseclas no poder, influencia ainda na estrutura. Porém, é relevante a saída do individuo. Da queda do Ricardão deveria ocorrer um amplo debate sobre a renovação dos mandos e desmandos da CBF, a politicagem no futebol nacional, o poder concentrado nas federações e o clientelismo político advindo dessa relação promíscua, entre outros males ao nosso futebol. Parabéns a presidente Dilma que não manteve a mesma filosofia “companheira” com a CBF perpetrada pelo seu histórico antecessor. Tomara que agora, em razão desse momento transitório de enfraquecimento político dos cartolas, estes se vejam impelidos a serem mais austeros e organizem a copa em nosso país e nossa seleção que está em um momento meio perdido.
Vindo ao nosso âmbito estadual vimos o imbróglio do Esporte Clube Bahia que esta semana sofreu uma intervenção relâmpago, advinda de uma ação perpetrada pela oposição ao grupo hegemônico dominante há décadas no tricolor. Não entrarei em méritos e em questiúnculas sobre o assunto, do tipo “que não existe oposição, que são aproveitadores e tal...”. A oposição tanto existe que ela se manifesta corriqueiramente. A forma e o método é que é passível de gosto e discussão... Como sempre, o motivador de todas estas turbulências no Bahia é a falta de transparência nos processos internos do clube. Este é o âmago de toda a questão. Espero que o presidente Marcelo Guimarães Filho tenha entendido estes acontecimentos e refletido que é irreversível a abertura democrática do clube. Tenha uma atitude de distensão política e convoque todos os tricolores, reformule este bendito estatuto, antecipe as eleições e coloque o sócio-torcedor para votar!!! Além de dar clareza ao processo, a democracia plena realmente ocorreria no Bahia. Um clube tão popular e gigante como o tricolor não pode ter seus destinos apenas nas mãos dos “homens do presidente”. Outra coisa: isto automaticamente atrairia mais torcedores para associar-se ao clube. Em pleno era do futebol marketing e negócio, esta seria uma oportunidade impar ao nosso amado tricolor.
Finalizando o raciocínio, e apesar de ter me debruçado à questão da CBF e do Bahia, porque quando se fala em democratização, eleições diretas e tal aqui na Bahia só se fala no Bahia? Esta discussão tem que passar pelo glorioso Esporte Clube Vitória também. A reboque reformas na nossa Federação Baiana de Futebol e fim dos feudos políticos no esporte. Porque prefeitos, governadores e presidentes da república tem mandato com início e fim e direito a uma reeleição e estes senhores feudais incrustam-se nos seus tronos? São perguntas que todos nós devemos buscar as respostas. Eu tenho algumas minhas... e vocês: têm as suas? Verbalize as suas e faça mover a democracia, companheiros!!!
Um abraço a todos!!!
domingo, 11 de março de 2012
A escada, os livros e a sociedade.
“Na escada da vida, os degraus são feitos de livros.” Esta frase é de autoria da paulista Dorina Gouveia Nowill, que aos 17 anos, estudante, sofreu perda total da visão. Este episódio não interrompeu sua caminhada. “Do limão fez uma limonada” e empreendeu uma luta ferrenha em defesa das pessoas portadoras de deficiência e, através desta luta, nasceu em 1946, em São Paulo, a Fundação para o livro do cego no Brasil.
Na década de 1960 a fundação passou a chamar-se Fundação Dorina Nowill para Cegos, em homenagem a sua idealizadora.
Dona Dorina, como era conhecida internacionalmente, morreu aos 91 anos, no ano de 2010, deixando um legado importantíssimo. Uma das suas principais bandeiras de luta sempre foi pela educação e inclusão social dos cegos no Brasil e no mundo. Por este feito, a Fundação Dorina passou a servir de modelo para implantação e aplicação de seus métodos em outros países.
É preciso entendermos que todas as vitórias só são conseguidas com muitas lutas, e as lutas só conseguirão a coroa das vitórias com a participação de todos. É voz corrente no país que o nosso ensino público ainda deixa muito a desejar, mas não podemos achar que educação é uma palavra mágica que por si só resolverá todos os problemas. No início do primeiro governo Wagner, a secretaria estadual de educação instituiu eleições diretas para gestores escolares, ou seja, diretores e vice-diretores, desde que para participarem os mesmos precisavam preencher alguns requisitos. São eleitores a comunidade escolar, composta por professores, alunos e funcionários, e mais os pais dos alunos. Esta convocação dos pais dos alunos é muito importante para que eles entendam que a educação é uma responsabilidade de toda a sociedade.
Infelizmente, em Simões Filho as eleições nas escolas municipais não aconteceram, muito embora na constituição municipal, lei orgânica de 1998, isto está determinado. Prestem atenção ao artigo que nós transcrevemos aqui: “Art. 174: Os diretores e vice-diretores das escolas públicas municipais de 1° grau serão escolhidos através de eleições diretas pela comunidade escolar e deverão ter no mínimo 3 (três) anos de regência em sala de aula.”
Pois é meus caros amigos, leram com atenção o texto do artigo transcrito? Agora indaguem entre si. Durante todo esse tempo onde estavam as nossas autoridades? Será que a nossa câmara de vereadores está conivente ou conveniente com essa situação? E o conselho municipal de educação, existe no nosso município? E o sindicato que é o órgão de representação dos trabalhadores de educação, ora ora, o sindicato! Será que pelegou?
Diante do exposto, no que se refere a Simões Filho, chegamos à conclusão que os “responsáveis” pelo assunto entenderam que seria melhor deixá-lo em “banho Maria”, pois para o bem deles é interessante deixar tudo “como d’antes no quartel de Abrantes”.
Domingo, 07 de outubro de 2012, será um dia importantíssimo para fazermos reflexões sobre este assunto e outros da nossa cidade. Não esqueçam!
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
Na década de 1960 a fundação passou a chamar-se Fundação Dorina Nowill para Cegos, em homenagem a sua idealizadora.
Dona Dorina, como era conhecida internacionalmente, morreu aos 91 anos, no ano de 2010, deixando um legado importantíssimo. Uma das suas principais bandeiras de luta sempre foi pela educação e inclusão social dos cegos no Brasil e no mundo. Por este feito, a Fundação Dorina passou a servir de modelo para implantação e aplicação de seus métodos em outros países.
É preciso entendermos que todas as vitórias só são conseguidas com muitas lutas, e as lutas só conseguirão a coroa das vitórias com a participação de todos. É voz corrente no país que o nosso ensino público ainda deixa muito a desejar, mas não podemos achar que educação é uma palavra mágica que por si só resolverá todos os problemas. No início do primeiro governo Wagner, a secretaria estadual de educação instituiu eleições diretas para gestores escolares, ou seja, diretores e vice-diretores, desde que para participarem os mesmos precisavam preencher alguns requisitos. São eleitores a comunidade escolar, composta por professores, alunos e funcionários, e mais os pais dos alunos. Esta convocação dos pais dos alunos é muito importante para que eles entendam que a educação é uma responsabilidade de toda a sociedade.
Infelizmente, em Simões Filho as eleições nas escolas municipais não aconteceram, muito embora na constituição municipal, lei orgânica de 1998, isto está determinado. Prestem atenção ao artigo que nós transcrevemos aqui: “Art. 174: Os diretores e vice-diretores das escolas públicas municipais de 1° grau serão escolhidos através de eleições diretas pela comunidade escolar e deverão ter no mínimo 3 (três) anos de regência em sala de aula.”
Pois é meus caros amigos, leram com atenção o texto do artigo transcrito? Agora indaguem entre si. Durante todo esse tempo onde estavam as nossas autoridades? Será que a nossa câmara de vereadores está conivente ou conveniente com essa situação? E o conselho municipal de educação, existe no nosso município? E o sindicato que é o órgão de representação dos trabalhadores de educação, ora ora, o sindicato! Será que pelegou?
Diante do exposto, no que se refere a Simões Filho, chegamos à conclusão que os “responsáveis” pelo assunto entenderam que seria melhor deixá-lo em “banho Maria”, pois para o bem deles é interessante deixar tudo “como d’antes no quartel de Abrantes”.
Domingo, 07 de outubro de 2012, será um dia importantíssimo para fazermos reflexões sobre este assunto e outros da nossa cidade. Não esqueçam!
Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
É preciso saber.
Congresso latino americano e Fórum Mulheres com deficiência visual
Cogresso Latino americano de cegos
Em março de 2012 acontecerá na Cidade do México, Capital do México, os três maiores eventos relacionados à inclusão de pessoas com deficiência visual na América latina. Os dias 12,13 e 14 de março terá lugar o VII Congresso Latino Americano de Cegos, cujo tema central será: “Participação, cidadania + Desenvolvimento Local = Inclusão total.”.
O V Fórum Latino Americano de mulheres com deficiência visual acontecerá nos dias 11 e 12 de março. Já a VIII Assembléia Geral da ULAC será nos dias 15 e 16. Além dos relatórios da atual diretoria, a reunião discutirá o plano de ação que norteará as atividades da ULAC até 2016, eleger a nova diretoria da ULAC, dentre outras tarefas.
Com o objetivo de oferecer melhores condições e tarifas paras a participação das instituições brasileiras nesses eventos que são realizados a cada quatro anos, a ULAC adiantou o prazo de inscrições para os interessados. As inscrições são realizadas pelo site www.iluminaed.net/eventosulac2012. Depois do preenchimento da ficha de inscrição, a pessoa recebe um usuário e uma senha personalizada para acesso e outras informações. O valor da inscrição é de U$ 30,00.
A organização do evento oferece pacotes com valores promocionais entre 8 e 20 de março. A reserva deve ser feita antecipadamente pelo email reservas@ramadareforma.com mencionando o que se refere ao evento ULAC 2012, e especificando o período e o tipo de apartamento: individual, duplo ou triplo. A organização informa ainda que haverá transistes para os participantes do encontro entre o aeroporto da Cidade do México até o hotel e vice-versa. Mais informações sobre os eventos podem ser encontradas em www.lapisdigital.org/mexico2012 ou pelo email mexico2012@ulacdigital.org.
FONTE: Informe da Fundação Dorina. Através da Revista VEJA Falada.
Meus caros companheiros e companheiras portadores de deficiência de Simões Filho. Continuarei repetindo que as vitórias só virão através das lutas e, infelizmente, em nossa cidade o que vemos são omissões. A ADESF só poderá ser forte com a participação de todos, porém esta participação é pífia. Pare e pensem!
Até a próxima !
Cogresso Latino americano de cegos
Em março de 2012 acontecerá na Cidade do México, Capital do México, os três maiores eventos relacionados à inclusão de pessoas com deficiência visual na América latina. Os dias 12,13 e 14 de março terá lugar o VII Congresso Latino Americano de Cegos, cujo tema central será: “Participação, cidadania + Desenvolvimento Local = Inclusão total.”.
O V Fórum Latino Americano de mulheres com deficiência visual acontecerá nos dias 11 e 12 de março. Já a VIII Assembléia Geral da ULAC será nos dias 15 e 16. Além dos relatórios da atual diretoria, a reunião discutirá o plano de ação que norteará as atividades da ULAC até 2016, eleger a nova diretoria da ULAC, dentre outras tarefas.
Com o objetivo de oferecer melhores condições e tarifas paras a participação das instituições brasileiras nesses eventos que são realizados a cada quatro anos, a ULAC adiantou o prazo de inscrições para os interessados. As inscrições são realizadas pelo site www.iluminaed.net/eventosulac2012. Depois do preenchimento da ficha de inscrição, a pessoa recebe um usuário e uma senha personalizada para acesso e outras informações. O valor da inscrição é de U$ 30,00.
A organização do evento oferece pacotes com valores promocionais entre 8 e 20 de março. A reserva deve ser feita antecipadamente pelo email reservas@ramadareforma.com mencionando o que se refere ao evento ULAC 2012, e especificando o período e o tipo de apartamento: individual, duplo ou triplo. A organização informa ainda que haverá transistes para os participantes do encontro entre o aeroporto da Cidade do México até o hotel e vice-versa. Mais informações sobre os eventos podem ser encontradas em www.lapisdigital.org/mexico2012 ou pelo email mexico2012@ulacdigital.org.
FONTE: Informe da Fundação Dorina. Através da Revista VEJA Falada.
Meus caros companheiros e companheiras portadores de deficiência de Simões Filho. Continuarei repetindo que as vitórias só virão através das lutas e, infelizmente, em nossa cidade o que vemos são omissões. A ADESF só poderá ser forte com a participação de todos, porém esta participação é pífia. Pare e pensem!
Até a próxima !
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Saber: Dados do IBGE sobre deficiência.
Os novos dados do censo 2010, divulgados em novembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 23,91% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Existem no Brasil 6.585.308 pessoas com deficiência visual. Deste total 582.624 pessoas possuem cegueira e 6.056.684 possuem baixa visão. Para o IBGE, outras 29.000.000 de pessoas que declararam possuir alguma dificuldade de enxergar também são contabilizados como pessoas com deficiência visual. Porém a definição de saúde determina dois grupos de deficiência: cegueira ou baixa visão. Portanto, a deficiência visual severa foi a que apresentou maior incidência. 3,5% declararam possuir grande dificuldade ou nenhuma capacidade de enxergar, sendo 1,5% em 2000.
A deficiência motora severa foi a segunda maior, apontada por 2,3% dos que declararam possuir alguma deficiência. Em 2000, o índice foi de 1,4%. O percentual de pessoas com deficiência auditiva severa aumentou de 0,6% para 1,1%. A deficiência intelectual foi a única que apresentou redução, passando de 1,7% da população em 2000, para 1,4% em 2010. Em um relatório lançado esse ano, a Organização Mundial da Saúde aponta que retinopatia diabética, glaucoma e degeneração macular relacionada a idade (DMRI) são as principais causas da cegueira na população adulta. Entre as crianças, as principais causas são retinopatia da prematuridade e glaucoma congênito.
Baseado nessas informações, recentemente o governo federal lançou o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Viver Sem Limite). O programa reúne ações estratégicas em educação, saúde, cidadania e acessibilidade. Com o Viver Sem limite, o governo pretende promover a inclusão social e autonomia da pessoa com deficiência, eliminando barreiras e permitindo o acesso a bens e serviços.
*FONTE: Fundação Dorina, através da Revista Veja Falada.
A deficiência motora severa foi a segunda maior, apontada por 2,3% dos que declararam possuir alguma deficiência. Em 2000, o índice foi de 1,4%. O percentual de pessoas com deficiência auditiva severa aumentou de 0,6% para 1,1%. A deficiência intelectual foi a única que apresentou redução, passando de 1,7% da população em 2000, para 1,4% em 2010. Em um relatório lançado esse ano, a Organização Mundial da Saúde aponta que retinopatia diabética, glaucoma e degeneração macular relacionada a idade (DMRI) são as principais causas da cegueira na população adulta. Entre as crianças, as principais causas são retinopatia da prematuridade e glaucoma congênito.
Baseado nessas informações, recentemente o governo federal lançou o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Viver Sem Limite). O programa reúne ações estratégicas em educação, saúde, cidadania e acessibilidade. Com o Viver Sem limite, o governo pretende promover a inclusão social e autonomia da pessoa com deficiência, eliminando barreiras e permitindo o acesso a bens e serviços.
*FONTE: Fundação Dorina, através da Revista Veja Falada.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Ademário Ribeiro, poeta e historiador!
"
Prefácio
As histórias oral e escrita de Simões Filho não diferem entre si – delas, se conhecem detalhes e vieses. Quando muito, encontramos poucas fontes e minutas referências. Muito do que teve e tem este Município, podia e pode ser propulsor de crescimento e desenvolvimento – porém, enquanto, perdurar a mentalidade fragmentadora, mais o alheamento, - estes descaminhos vão dar numa encruzilhada, - comprometendo o tecido sociocultural, o humano e a sua cultura e nesta perplexidade as gerações que já nos avizinham.
Município bem servido pela natureza: colinas, tabuleiros, rios e matas que se juntam aos manguezais da Baía de Aratu, espécies de restinga e remanescentes de Mata Atlântica denotam um cenário de integração bafejado pelos ventos marinhos. A nossa terra foi habitada por etnias da grande massa dos Tapuia nos primórdios de Pindorama e bem antes da colonização, pelas etnias de linhagem dos Tupi com a predominância dos Tupinambá, que tiveram participação nas lutas pela consolidação da Independência da Bahia em 2 de julho de 1823, ao lado dos africanos e brasileiros, que almejavam um Brasil livre da tirania.
Do Forte do Barbalho saíam as grandes boiadas pela Estrada Geral do Sertão, antes passando sobre a Ponte das Boiadas, situada na estratégica falha geológica, ali nas imediações do viaduto da BR-324 e da ponte ao lado, atravessando e alcançando outros estados. Resgatar esses rasgões no tecido histórico é respeitar esse passado e a identidade, oferecendo ao presente uma contribuição cidadã, promovendo um futuro promissor.
Não só dos habitantes seculares, mas resgatar as manifestações populares e artísticas daquele período até os nossos dias, aqui introduzidas com a chegada dos imigrantes portugueses e africanos e os migrantes de vários pontos do país, principalmente do Nordeste, Sertão e Recôncavo baiano.
Bumba-meu-boi, ternos de reis, lindro de amor, maracatu, rezas, simpatias, artesanato e violas e tambores que “vestiam” de sons e percussões as danças, inclusive a Dança de São Gonçalo, e seu conjunto de saber herdado por Seu Mathias, (de saudosa memória) dos quilombolas da Fazenda Mocambo, seus ancestrais do Recôncavo, em Pitanga dos Palmares.
Os folguedos, rezas e cultos que se comunicavam pelo Oiteiro, Dambe, Cotegipe, Muriqueira (atual Góes Calmon), Matoim, com fiéis e cortejos de populares do Recôncavo e da Região Metropolitana de Salvador. Os migrantes perderam as fazendas e engenhos e se foram para a capital ou para o sul do país. Foi um fluxo e um refluxo - vinda e ida, - retirada e debandada. A cidade e a cidadania estoteiam! Cadê as grandes boiadas com sua estrada e sua ponte? Cadê o Ipê-do-brejo que tinha aqui? Cadê os povos que cultuavam ao redor daquelas gameleiras (Iroko-Ioko-Tempo) na estrada dos Eucaliptos e que é “morada” de um Orixá ou Encantado, marcando, assinalando um tempo místico e mítico? Cadê o Rio Joanes, agonizando com o seu assoreamento, mas ainda “servindo” várias cidades? Cadê as palmeiras imperiais e remanescentes da Mata Atlântica na Unidade Ecológica de Cotegipe?... Ciranda, cirandinha, vamos todos resgatar?!
Mapear esses mananciais, riquezas folclóricas e artísticas. Desenvolver projetos de arte, cultura e educação a partir da história e da geografia de Simões Filho que já foi Água Comprida e que bem antes era Cotegipe: Caminho das Cotias. Fazer uma “ponte” entre as ruínas da Paróquia São Miguel de Cotegipe e do cais à sua frente, Igreja construída em 1608 pelo quarto bispo do Brasil – D. Constantino Barradas. Os manguezais, os tantos rios, lagoas, lagos e cachoeiras. Associar esta valorização a programas de educação ambiental que contemplem estas questões, perseverando e educando a sociedade para uma ação proativa e de consciência eco-histórico-cultural. A cidade é de todos. Desde o período das tribos primevas até às tribos que ainda estão chegando. Mesmo com sua geografia acentuada e descarrilada a sua história, é preciso sonhar, desconstruir e reconstruir o Município sem a sanha das aves de arribação: xô! Xô desalmado carcará! Como diz Gilberto Gil: “Trocar o Logus da posteridade pelo ‘logo’ da prosperidade [...]”.
A municipalidade é a pulsação da sociedade. A contemporaneidade exige o resgate dessa herança, a construirmos sua face identitária com sua pluralidade e diversidade, pois, como esfinges, - as Gameleiras e as Três Pontes, - nos inquirem, tomada de rumo e garantia de afirmação!
Desta comprida história, existe um obstinado homem, Sr. Antonio Apolinário da Hora, seu Tuninho, que entre o atendimento a um freguês e outro, vivia anotando, escrevinhando, rascunhando estas tantas pernas e rasgões no seu Bazar Estrela. Ele que Hermínio Bonifácio, Walter Tolentino Alvares, Noêmia Meirelles e Altamirando Ramos, oferece-nos, neste momento, o seu livro HISTÓRIAS COMPRIDA – lume acesso de sua ‘lamparina’ sempre azeitada de memórias, seriedade e muito esforço! Sua agenda de serviços prestados a esta municipalidade é quem mede a sua contribuição. Seu Tuninho estava sempre resolvido a trazer pra o presente estas páginas e para este livro, - ele fez diversas recorrências: são histórias e mais histórias relatadas com apaixonamentos pela terrinha e sua gente – que fazem-me citar alguns versos da poesia Infância de Carlos Drummond de Andrade: “[...] comprida história que não acaba mais [...] e eu não sabia que minha história era mais bonita que a de Robinson Crusoé!”
Só um líder genuíno não dá meia-volta às dificuldades ou senta-se na pedra esperando a banda passar! Tranqueiras de pau obstruem a sua estrada, mas, a mente não tem fronteiras, e , ele, obstinado, gritou vivas aos Tupinambá, ao Ipê do Brejo, aos Engenhos, aos Ternos de Reis,
à Dança de São Gonçalo, à Pedra do Caboclo, ao Milagre de Santa Luzia, ao Dambe e ao Tanque do Coronel! Ele não é nuvem branca, nunca foi Ave de Arribação, (é sim), o que nos escreveu o poeta, Mário Quintana em seu Poeminha do Contra:
Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
Esse homem, este líder, merece mais que cortesia (embora carecemos demais da civilidade!), mas de respeito pela sua batalha nesta Terra e pela sua Gente, pela generosidade em memória trazida no seu HISTÓRIA COMPRIDA, - que os sinos dobrem por suas páginas de Resgate e Paixão: Vivamos a Simões Filho que queremos!
"
Ao transcrever neste espaço o prefácio escrito por Ademário Ribeiro, no livro História Comprida, o faço com misto de dever e satisfação, pois no meu entendimento o prefaciante ainda não teve por parte das nossas autoridades municipais o reconhecimento que o mesmo merece.
Quero acreditar que todos aqueles que leram como eu li o livro História Comprida, de autoria do Senhor Antonio Apolinário da Hora, ficaram altamente gratificados pelo mergulho nas entranhas históricas do nosso município.
Por outro lado, na minha visão dos fatos, tivemos uma certa dose de frustração por não termos assistido nenhuma comemoração cívica no 7 de novembro deste 2011, ano do cinqüentenário da cidade.
Até a próxima!
Prefácio
As histórias oral e escrita de Simões Filho não diferem entre si – delas, se conhecem detalhes e vieses. Quando muito, encontramos poucas fontes e minutas referências. Muito do que teve e tem este Município, podia e pode ser propulsor de crescimento e desenvolvimento – porém, enquanto, perdurar a mentalidade fragmentadora, mais o alheamento, - estes descaminhos vão dar numa encruzilhada, - comprometendo o tecido sociocultural, o humano e a sua cultura e nesta perplexidade as gerações que já nos avizinham.
Município bem servido pela natureza: colinas, tabuleiros, rios e matas que se juntam aos manguezais da Baía de Aratu, espécies de restinga e remanescentes de Mata Atlântica denotam um cenário de integração bafejado pelos ventos marinhos. A nossa terra foi habitada por etnias da grande massa dos Tapuia nos primórdios de Pindorama e bem antes da colonização, pelas etnias de linhagem dos Tupi com a predominância dos Tupinambá, que tiveram participação nas lutas pela consolidação da Independência da Bahia em 2 de julho de 1823, ao lado dos africanos e brasileiros, que almejavam um Brasil livre da tirania.
Do Forte do Barbalho saíam as grandes boiadas pela Estrada Geral do Sertão, antes passando sobre a Ponte das Boiadas, situada na estratégica falha geológica, ali nas imediações do viaduto da BR-324 e da ponte ao lado, atravessando e alcançando outros estados. Resgatar esses rasgões no tecido histórico é respeitar esse passado e a identidade, oferecendo ao presente uma contribuição cidadã, promovendo um futuro promissor.
Não só dos habitantes seculares, mas resgatar as manifestações populares e artísticas daquele período até os nossos dias, aqui introduzidas com a chegada dos imigrantes portugueses e africanos e os migrantes de vários pontos do país, principalmente do Nordeste, Sertão e Recôncavo baiano.
Bumba-meu-boi, ternos de reis, lindro de amor, maracatu, rezas, simpatias, artesanato e violas e tambores que “vestiam” de sons e percussões as danças, inclusive a Dança de São Gonçalo, e seu conjunto de saber herdado por Seu Mathias, (de saudosa memória) dos quilombolas da Fazenda Mocambo, seus ancestrais do Recôncavo, em Pitanga dos Palmares.
Os folguedos, rezas e cultos que se comunicavam pelo Oiteiro, Dambe, Cotegipe, Muriqueira (atual Góes Calmon), Matoim, com fiéis e cortejos de populares do Recôncavo e da Região Metropolitana de Salvador. Os migrantes perderam as fazendas e engenhos e se foram para a capital ou para o sul do país. Foi um fluxo e um refluxo - vinda e ida, - retirada e debandada. A cidade e a cidadania estoteiam! Cadê as grandes boiadas com sua estrada e sua ponte? Cadê o Ipê-do-brejo que tinha aqui? Cadê os povos que cultuavam ao redor daquelas gameleiras (Iroko-Ioko-Tempo) na estrada dos Eucaliptos e que é “morada” de um Orixá ou Encantado, marcando, assinalando um tempo místico e mítico? Cadê o Rio Joanes, agonizando com o seu assoreamento, mas ainda “servindo” várias cidades? Cadê as palmeiras imperiais e remanescentes da Mata Atlântica na Unidade Ecológica de Cotegipe?... Ciranda, cirandinha, vamos todos resgatar?!
Mapear esses mananciais, riquezas folclóricas e artísticas. Desenvolver projetos de arte, cultura e educação a partir da história e da geografia de Simões Filho que já foi Água Comprida e que bem antes era Cotegipe: Caminho das Cotias. Fazer uma “ponte” entre as ruínas da Paróquia São Miguel de Cotegipe e do cais à sua frente, Igreja construída em 1608 pelo quarto bispo do Brasil – D. Constantino Barradas. Os manguezais, os tantos rios, lagoas, lagos e cachoeiras. Associar esta valorização a programas de educação ambiental que contemplem estas questões, perseverando e educando a sociedade para uma ação proativa e de consciência eco-histórico-cultural. A cidade é de todos. Desde o período das tribos primevas até às tribos que ainda estão chegando. Mesmo com sua geografia acentuada e descarrilada a sua história, é preciso sonhar, desconstruir e reconstruir o Município sem a sanha das aves de arribação: xô! Xô desalmado carcará! Como diz Gilberto Gil: “Trocar o Logus da posteridade pelo ‘logo’ da prosperidade [...]”.
A municipalidade é a pulsação da sociedade. A contemporaneidade exige o resgate dessa herança, a construirmos sua face identitária com sua pluralidade e diversidade, pois, como esfinges, - as Gameleiras e as Três Pontes, - nos inquirem, tomada de rumo e garantia de afirmação!
Desta comprida história, existe um obstinado homem, Sr. Antonio Apolinário da Hora, seu Tuninho, que entre o atendimento a um freguês e outro, vivia anotando, escrevinhando, rascunhando estas tantas pernas e rasgões no seu Bazar Estrela. Ele que Hermínio Bonifácio, Walter Tolentino Alvares, Noêmia Meirelles e Altamirando Ramos, oferece-nos, neste momento, o seu livro HISTÓRIAS COMPRIDA – lume acesso de sua ‘lamparina’ sempre azeitada de memórias, seriedade e muito esforço! Sua agenda de serviços prestados a esta municipalidade é quem mede a sua contribuição. Seu Tuninho estava sempre resolvido a trazer pra o presente estas páginas e para este livro, - ele fez diversas recorrências: são histórias e mais histórias relatadas com apaixonamentos pela terrinha e sua gente – que fazem-me citar alguns versos da poesia Infância de Carlos Drummond de Andrade: “[...] comprida história que não acaba mais [...] e eu não sabia que minha história era mais bonita que a de Robinson Crusoé!”
Só um líder genuíno não dá meia-volta às dificuldades ou senta-se na pedra esperando a banda passar! Tranqueiras de pau obstruem a sua estrada, mas, a mente não tem fronteiras, e , ele, obstinado, gritou vivas aos Tupinambá, ao Ipê do Brejo, aos Engenhos, aos Ternos de Reis,
à Dança de São Gonçalo, à Pedra do Caboclo, ao Milagre de Santa Luzia, ao Dambe e ao Tanque do Coronel! Ele não é nuvem branca, nunca foi Ave de Arribação, (é sim), o que nos escreveu o poeta, Mário Quintana em seu Poeminha do Contra:
Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
Esse homem, este líder, merece mais que cortesia (embora carecemos demais da civilidade!), mas de respeito pela sua batalha nesta Terra e pela sua Gente, pela generosidade em memória trazida no seu HISTÓRIA COMPRIDA, - que os sinos dobrem por suas páginas de Resgate e Paixão: Vivamos a Simões Filho que queremos!
"
Ao transcrever neste espaço o prefácio escrito por Ademário Ribeiro, no livro História Comprida, o faço com misto de dever e satisfação, pois no meu entendimento o prefaciante ainda não teve por parte das nossas autoridades municipais o reconhecimento que o mesmo merece.
Quero acreditar que todos aqueles que leram como eu li o livro História Comprida, de autoria do Senhor Antonio Apolinário da Hora, ficaram altamente gratificados pelo mergulho nas entranhas históricas do nosso município.
Por outro lado, na minha visão dos fatos, tivemos uma certa dose de frustração por não termos assistido nenhuma comemoração cívica no 7 de novembro deste 2011, ano do cinqüentenário da cidade.
Até a próxima!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Bravos brasileiros.
Brasil fica em 1° lugar no quadro de medalhas do PARAPAN
O desempenho dos atletas brasileiros no PARAPAN 2011, encerrado no dia 22 de novembro, em Guadalajara, no México, superou as expectativas de atletas e do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Com 81 medalhas de ouro, 61 de prata, e 55 de bronze, o País repetiu o 1° lugar no quadro geral de medalhas conquistado no Rio de Janeiro, há quatro anos, mas é a primeira vez que conquista uma competição multidesportiva fora do País.
A equipe deixou EUA e México como segundo e terceiro colocados, respectivamente. Além das medalhas, o Brasil ampliou o número de vagas nas próximas Paraolimpíadas em agosto de 2012, em Londres.
Com os recordes alcançados pelos atletas foram garantidas 104 vagas aos brasileiros. Para incentivar essa participação, o Comitê Paraolímpico firmou convênio e contrato com o governo do Estado de São Paulo para viabilizar a criação do time São Paulo Paraolímpico, projeto que contempla 25 dos melhores atletas com deficiência no Brasil, a fim de prepará-los para os jogos paraolímpicos de Londres. O convênio prevê ajuda de custo para atletas e treinadores, suporte para aquisição de materiais esportivos e cobertura de viagens em competições.
*FONTE: Fundação Dorina Nowill, através da Revista Veja Falada.
Este informe da Fundação Dorina nos remete a refletir sobre as bravuras destes brasileiros portadores de deficiência que demonstraram do que são capazes e que precisam tão somente de oportunidades.
Eu, com a minha perda total de visão, sinto-me feliz ao tomar conhecimento de feitos desta magnitude por entender que os maiores obstáculos enfrentados pelas pessoas portadoras de deficiência são os preconceitos da nossa sociedade.
Em Simões Filho, infelizmente não existe um programa oficial de incentivo que busque identificar aptidões entre as pessoas portadoras de deficiência residentes em nossa cidade.
Sabemos que existem verbas do governo federal para programas deste tipo, mas é necessário vontade política e projetos a serem encaminhados pelo governo municipal.
Até a próxima.
Desejo a todos uma ótima semana.
O desempenho dos atletas brasileiros no PARAPAN 2011, encerrado no dia 22 de novembro, em Guadalajara, no México, superou as expectativas de atletas e do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Com 81 medalhas de ouro, 61 de prata, e 55 de bronze, o País repetiu o 1° lugar no quadro geral de medalhas conquistado no Rio de Janeiro, há quatro anos, mas é a primeira vez que conquista uma competição multidesportiva fora do País.
A equipe deixou EUA e México como segundo e terceiro colocados, respectivamente. Além das medalhas, o Brasil ampliou o número de vagas nas próximas Paraolimpíadas em agosto de 2012, em Londres.
Com os recordes alcançados pelos atletas foram garantidas 104 vagas aos brasileiros. Para incentivar essa participação, o Comitê Paraolímpico firmou convênio e contrato com o governo do Estado de São Paulo para viabilizar a criação do time São Paulo Paraolímpico, projeto que contempla 25 dos melhores atletas com deficiência no Brasil, a fim de prepará-los para os jogos paraolímpicos de Londres. O convênio prevê ajuda de custo para atletas e treinadores, suporte para aquisição de materiais esportivos e cobertura de viagens em competições.
*FONTE: Fundação Dorina Nowill, através da Revista Veja Falada.
Este informe da Fundação Dorina nos remete a refletir sobre as bravuras destes brasileiros portadores de deficiência que demonstraram do que são capazes e que precisam tão somente de oportunidades.
Eu, com a minha perda total de visão, sinto-me feliz ao tomar conhecimento de feitos desta magnitude por entender que os maiores obstáculos enfrentados pelas pessoas portadoras de deficiência são os preconceitos da nossa sociedade.
Em Simões Filho, infelizmente não existe um programa oficial de incentivo que busque identificar aptidões entre as pessoas portadoras de deficiência residentes em nossa cidade.
Sabemos que existem verbas do governo federal para programas deste tipo, mas é necessário vontade política e projetos a serem encaminhados pelo governo municipal.
Até a próxima.
Desejo a todos uma ótima semana.
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