quinta-feira, 17 de maio de 2012

Politizar para votar.


Aproxima-se o dia 07 de outubro deste ano de 2012, quando acontecerão eleições municipais. Naquela oportunidade serão eleitos e/ou reeleitos prefeitos e vereadores em todos os municípios do Brasil.
É comum escutar-se aqui, ali e acolá algumas pessoas dizerem que não gostam de política e que só votam porque o voto é obrigatório.
No  meu entendimento, as pessoas que agem desta maneira estão equivocadas, pois todos somos governados por políticos e, votar ou não votar é uma questão de politização de cada um.
Infelizmente, sabemos que políticos inescrupulosos e mal intencionados existem por toda parte, e estes admiram as pessoas não politizadas, pois através destas eles continuarão reinando. É preciso que nós nos politizemos para mudarmos este comportamento.
Acredito que todas as ações que norteiam o comportamento de uma sociedade são precedidas de uma decisão política. Desta maneira, devemos sempre que estar participando dos debates políticos e para isso não é preciso ser filiado ao partido ‘A’ ou ‘B’.
Vamos aproveitar os avanços dos meios de comunicação e usarmos as redes sociais como ferramenta fomentadora dos debates políticos para aprimorarmos o nosso conhecimento, e daí sermos capazes de efetuar as transformações tão necessárias.
Lembremos todos que o cidadão politizado não será ludibriado tão facilmente.

Até breve.
*Digitado por Kleyton Assis.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Fundação Dorina participou do XIV Salão FNLIJ para crianças e jovens.


A Fundação Dorina participou pela segunda vez do XIV Salão FNLIJ do livro para crianças e jovens, que aconteceu de 18 a 29 de abril, no Rio de Janeiro.
A coleção de 10 livros impressos em braile e fonte ampliada, realizada em parceria com a Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ), fará parte do acervo da biblioteca FNLIJ para crianças num dos quatro espaços do salão, com livros específicos para cada público alvo do evento. No dia 20 de abril, às 14 horas, a Funda Dorina Nowill para Cegos, o Instituto Nacional de Educação de Surdos e o Instituto Benjamin Constant participam dos encontros paralelos do XIV Salão FNLIJ do livro para crianças e jovens, no Rio de Janeiro.
O evento para educadores abordará a formação de leitores com dificuldades visuais e auditivas. Serão debatidos temas como: livros acessíveis abrem portas para a cidadania; a leitura como passaporte para a inclusão social e escolar do aluno surdo; e mecanismos e estratégias para formação do futuro leitor com deficiência visual.
Aproveitando a oportunidade, a AELIJ lançou coleção do dia 24 de abril, às 11 horas, no XIV Salão FNLIJ do livro para crianças e jovens.

FONTE: Revista Veja Falada, através da Fundação Dorina Nowill para Cegos - SP.

terça-feira, 8 de maio de 2012

É preciso saber !


Instituto PROLIVRO apresenta os resultados da 3ª edição da pesquisa  retratos da leitura no Brasil

"Um dado apresentado recentemente pelo Instrituto PROLIVRO, na 3ª edição da pesquisa RETRATOS DA LEITURA NO BRASIL, realizada entre junho e julho de 2011, revela que o brasileiro ler em média 4 livros por ano, entre literatura, contos, romances, livros religiosos e didáticos. Deste total, o brasileiro ler 2,1 livros inteiros por ano e 2 em partes. A pesquisa, que é o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro apontou também que é maior o índice de leitoras no País, com 53%. Enquanto que o sexo masculino representam esse percentual com 43%. Outro dado apontado revela que a representação sobre a importância da leitura é positiva, pois para a maioria dos participantes (64%) ler bastante pode fazer uma pessoa vencer na vida e melhorar sua condição socioeconômica. No contexto dos incentivadores a leitura, os professores passaram do 2º para o 1º lugar, ultrapassando a indicação da mãe como a responsável por despertar o interesse pela leitura. Quanto aos locais de leitura, as bibliotecas aparecem em 3° lugar entre os lugares que os leitores costumar frequentar para ler, com 12%, atrás apenas da própria casa e da sala de aula. O local também está em terceiro como uma das principais formas de acesso ao livro, depois de comprados e emprestados por outra pessoa.
Para contribuir com programas de incentivo a leitura, que é a meta do Instituto PROLIVRO, a 3ª edição do estudo apresenta ainda quais os fatores que fariam com que o leitor frequentasse mais as bibliotecas. Ter mais livros novos, melhor acesso, ter títulos mais interessantes e contar com atividades culturais lideram as indicações dos brasileiros. Considerando esses resultados, e o índice de leitura das pessoas cegas, usuários dos produtos da Fundação Dorina, que lêem em média 10 livros por ano, fica evidente a necessidade de ações de educação voltadas para o respeito ao universo cultural das pessoas com deficiência visual, seja por meio de livros braile, áudio ou digitais acessíveis."

Este informativo que aqui transcrevemos nos traz a reflexões, pois podemos observar que nós brasileiros ainda lemos muito pouco, e é através da leitura que conseguimos nos libertarmos das amarras que travam o conhecimento. No que diz respeito as pessoas cegas, a Fundação Dorina tem exercido um papel muito importante ao proporcionar oportunidades de conhecimentos a este seguimento da nossa sociedade.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Prêmio SEBRAE.




Deste espaço quero parabenizar a prefeita Moema Gramacho, de Lauro de Freitas, nossa vizinha, por ter sido a única cidade da região metropolitana a receber o prêmio e na esperança de que um dia Simões Filho esteja também incluída neste contexto.

sábado, 14 de abril de 2012

Informar para incluir.

Cidade de São Paulo terá censo inclusão com apoio das instituições da cidade

A prefeitura de São Paulo está convidando os moradores da cidade a participar do programa censo inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida da prefeitura de São Paulo. O projeto teve apoio e consultoria da Fundação Dorina e de outras instituições para entendimento das necessidades e adequação das perguntas para cada tipo de deficiência a ser abordada. É o primeiro censo da história da cidade de São Paulo direcionado às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Trata-se de uma pesquisa para saber quantas são, onde estão e como vivem as pessoas com deficiência residentes no município, possibilitando assim melhorar e ampliar os serviços públicos oferecidos nas áreas de saúde, transporte, educação, lazer, entre outras.

O censo inclusão acontece de 23 de março a 21 de maio de 2012. Os moradores da cidade de São Paulo receberão formulários em sua residência. O formulário também pode ser respondido pela internet no site www.censoinclusao.sp.gov.br. Os interessados podem ainda retirar o formulário em uma das 31 subprefeituras da cidade.

Mais informações pelo e-mail: censoinclusão@prefeitura.sp.gov.br ou pelo telefone 011 3913-4025, de segunda à sexta, das 09:00 às 17:00 hrs.


* Extraído da Revista Veja Falada, através da Fundação Dorina Nowill par Cegos.

Tenho conhecimento de que a inveja é um pecado capital, porém quando vejo uma iniciativa governamental desta magnitude sinto-me invejoso e pergunto a mim mesmo: Quando será que em Simões Filho teremos uma iniciativa igual ou parecida a esta?

terça-feira, 27 de março de 2012

É preciso saber.

Fundação comemora 66 anos na luta pela inclusão de pessoas com deficiência visual

Fundada em 1946, a Fundação Dorina é uma instituição reconhecida pela qualidade de seus livros braile, falados e digitais acessíveis, bem como pelos seus programas de reabilitação para pessoas cegas e com baixa visão. Sua história começou quando Dona Dorina, cega aos 17 anos, sentiu a enorme carência de obras em braile no Brasil e, com a ajuda de outras moralistas da escola Caetano de Campo, iniciaram a transcrição de livros em tinta para o braile. Algum tempo depois, Dorina foi então para os Estados Unidos fazer um curso de especialização para educação de pessoas com deficiência visual.

Durante seu período nos EUA, Dorina Nowill pleiteou, junto a Kelling Fundation, a doação de uma imprensa braile para a Fundação. Depois de uma insinuante entrevista, na qual a diretoria da Kelling Fundation apresentou resistência na doação, devido a uma experiência negativa com um outro País latino americano, a decisão final foi positiva e a Kelling doou 10 mil dólares para compra dos equipamentos sob a condição de que a manutenção fosse garantida pelo governo brasileiro.

A imprensa, no início dos anos 1950, ficava em um espaço emprestado pela Prefeitura do Município de São Paulo, na rua Pratz, Bom Retiro, ao lado de um depósito de lixo.

No dia 11 de março, a Fundação Dorina comemorou 66 anos de existência, com o orgulho de possuir hoje umas das melhores imprensas braile do mundo, em capacidade produtiva. Uma das homenagens deste ano foi o lançamento, no dia 13 de março, de dois selos: um em homenagem a Dorina de Gouveia Nowill e o outro em homenagem a Fundação criada por ela. Os interessados poderão adquirir os selos em qualquer agência dos Correios. O valor unitário é de R$2,80.

* Extraído da revista VEJA Falada.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Que venham as mulheres.

“Mulher brasileira em primeiro lugar”, este é um trecho de uma canção interpretada pelo compositor e cantor Benito de Paula, homenageando as mulheres brasileiras, e por extensão as mulheres do mundo inteiro.

No dia 8 do mês em curso foi comemorado o Dia Internacional da Mulher, o que faz sempre nos lembrar de 8 de março de 1857. Naquela data aconteceu um episódio nefasto onde morreram carbonizadas 129 mulheres tecelãs de uma fábrica nos Estados Unidos. O incêndio foi provocado pelos proprietários do estabelecimento industrial.

A atitude perniciosa dos patrões foi motivada pelo fato de que aquelas trabalhadoras estavam reivindicando melhorias salariais e melhores condições de trabalho. Esta atrocidade fez com que as mulheres do mundo inteiro se organizassem na luta pelos seus direitos e reunidas em uma conferência internacional na Dinamarca, em 8 de março de 1910, sendo instituído o dia internacional da mulher, que infelizmente só foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1975.

Como pudemos observar, as lutas das mulheres até os dias de hoje sempre alcançaram as vitórias com muitos sacrifícios. No Brasil, só em 1932, as mulheres tiveram direito a votar, e nas eleições de 1933 foi eleita a primeira mulher para Câmara Federal, a paulista Carlota Pereira de Queiros. Ela participou dos trabalhos na Assembléia Nacional Constituinte de 1934 a 1935. Em 2010, os brasileiros elegeram Dilma Rousseff a primeira mulher presidente da República, e na Bahia, Lídice da Mata a primeira senadora dos baianos. Isto ainda é muito pouco, basta pesquisarmos as casas legislativas pelo Brasil afora.

Muito embora os partidos políticos tenham que obedecer a cota de 30% para a participação das mulheres nas candidaturas, estas ainda participam muito pouco. Porque será? Precisamos ampliar este debate.

Em nossa cidade o radialista Jairo Mascarenhas da FM 87,9, no seu programa Bom Dia Simões Filho, vem sempre defendendo a participação das mulheres na política local. Vamos apoiar Jairo nesta “provocação”, pois já é chegada a hora de termos uma mulher no Poder Executivo e que seja instalada também a bancada do batom no poder legislativo, para fazer contraponto com o clube do Bolinha e acabar com o discurso fisiológico da unanimidade.

Até breve.

*Digitado por Verônica Assis.