A lei e a casca de banana
Há duas semanas, os alunos da rede municipal de ensino estão fora da sala de aula, devido à greve deflagrada pelos professores, por conta de um impasse nas negociações entre o sindicato da categoria e a administração municipal. Por uma questão de princípio, não sou contra qualquer movimento reivindicatório de trabalhadores, que por algum impasse seja necessário chegarem à greve, por entender que os trabalhadores sempre estão com a razão, e os patrões estão sempre ávidos em tentar desclassificá-los.
Toda terça-feira, a rádio Simões Filho Fm 87,9 através de suas ondas sonoras, coloca na minha residência a seção da Câmara Municipal. Na última seção, dia 08 do corrente mês, os trabalhos estavam sendo desenvolvidos proveitosamente, quando o vereador Orlando Carvalho em uma “questão de ordem” solicitou do senhor presidente a prorrogação do horário regimental, no que foi atendido, pois tinha uma INDICAÇÃO muito importante para ser apresentada. A indicação de n° 219 pedia a revogação da lei 777/2009, que no entendimento do edil era o objeto de entrave das negociações entre o sindicato dos professores e a administração municipal. Após a leitura do teor da indicação citada, o vereador Adolfo Cezimbra, aparteou solicitando que aquela indicação fosse retirada de discussão, pois a lei referida já não existia, pois a sua validade era somente para o exercício de 2009.
Após escutar a leitura do texto da citada lei pelo vereador Adolfo, cheguei à conclusão que o representante da administração municipal, o secretário Valdomiro, colocou uma “casca de banana” para o sindicato que por sua vez convidou o vereador Orlando para escorregarem juntos. Isto não aconteceu graças à experiência do vereador Adolfo.
Fiquei surpreso, pois sei que no sindicato tem PESSOAS DE VASTA MEMÓRIA (PVM), como os amigos professores Nonato e Edmilson, entre outros, e não estavam atentos a colocação desta “casca de banana”.
É preciso que os senhores vereadores analisem bem suas propostas antes de encaminhá-las para evitar vexames como o acontecido.
É por essas e outras que as “pérolas políticas” continuam desfilando na nossa cidade.
Até breve.
Aqui neste espaço debaterei e ouvirei opiniões sobre os diversos assuntos que permeiam nossa vida cotidiana. Buscarei sempre dar um olhar particular as questões do dia-a-dia, expondo a minha "Visão dos Fatos" particulares, coletivos, municipais, estaduais, do país e do mundo.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Salvemos o CESA.
Jornal A Tarde – Tempo Presente – 26/05/2010
DINHEIRO TRAVADO
Desde 2007 a Prefeitura de Simões Filho não repassa os recursos doados por empresas como Bosch e Gerdau (via Conselho Municipal da Criança e do Adolescente) ao Centro Educacional Santo Antonio, unidade de ensino das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid).
O valor retido ultrapassa R$ 159 mil. O Conselho de Administração das Osid já fala até em fechar o Centro, que funciona desde 1960 e atende hoje 800 crianças e jovens.
Jornal A Tarde – Tempo Presente – 27/05/2010
DINHEIRO TRAVADO
Sobre a nota ‘Dinheiro travado’, dizendo que a Prefeitura de Simões Filho retém desde 2007 mais de R$ 159 mil de doações de empresas para o Centro Educacional Santo Antônio, das Obras Sociais de Irmã Dulce, a secretária Lúcia Helena Abreu, do Trabalho e Desenvolvimento Social, diz que ‘o valor exato do convênio assinado em 20 de abril de 2010, tendo como objeto o repasse dos recursos das empresas, Gerdau, Bosch, Gás Butano e Procifar, é de R$ 159.495,15, e está acordado no referido convênio que estes recursos serão repassados em duas parcelas e a primeira parcela foi paga no dia 24 último’.
Ok. O fato objetivo é que o dinheiro doado pelas empresas está retido desde 2007.
MINHA OPINIÃO
Estas duas “notas” publicadas no jornal A Tarde nos remetem há algumas reflexões: 1 –Se o dinheiro estava retido desde 2007, significa que os administradores anteriores foram no mínimo depositários infiéis. 2 – Quando a secretária citada confirma que assinou um convênio para o repasse das verbas está confirmando também que estas verbas realmente estavam retidas na prefeitura desde a data expressa na primeira nota. 3 – De quem seria o interesse do fechamento do estabelecimento explicitado na nota do dia 26? Alguém poderia responder? 4 – Sabemos que aquela área onde está edificado o centro de ensino é de grande valor comercial e tem muita “gente” de olho naquele terreno.
É preciso que toda a sociedade simõesfilhense reflita sobre essa situação, pois conforme dito são 40 anos de serviços prestados, e sabemos que aquele centro educacional já salvou muitas crianças filhas de pessoas de baixa renda, e não podemos admitir que deixe de existir.
Até breve.
DINHEIRO TRAVADO
Desde 2007 a Prefeitura de Simões Filho não repassa os recursos doados por empresas como Bosch e Gerdau (via Conselho Municipal da Criança e do Adolescente) ao Centro Educacional Santo Antonio, unidade de ensino das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid).
O valor retido ultrapassa R$ 159 mil. O Conselho de Administração das Osid já fala até em fechar o Centro, que funciona desde 1960 e atende hoje 800 crianças e jovens.
Jornal A Tarde – Tempo Presente – 27/05/2010
DINHEIRO TRAVADO
Sobre a nota ‘Dinheiro travado’, dizendo que a Prefeitura de Simões Filho retém desde 2007 mais de R$ 159 mil de doações de empresas para o Centro Educacional Santo Antônio, das Obras Sociais de Irmã Dulce, a secretária Lúcia Helena Abreu, do Trabalho e Desenvolvimento Social, diz que ‘o valor exato do convênio assinado em 20 de abril de 2010, tendo como objeto o repasse dos recursos das empresas, Gerdau, Bosch, Gás Butano e Procifar, é de R$ 159.495,15, e está acordado no referido convênio que estes recursos serão repassados em duas parcelas e a primeira parcela foi paga no dia 24 último’.
Ok. O fato objetivo é que o dinheiro doado pelas empresas está retido desde 2007.
MINHA OPINIÃO
Estas duas “notas” publicadas no jornal A Tarde nos remetem há algumas reflexões: 1 –Se o dinheiro estava retido desde 2007, significa que os administradores anteriores foram no mínimo depositários infiéis. 2 – Quando a secretária citada confirma que assinou um convênio para o repasse das verbas está confirmando também que estas verbas realmente estavam retidas na prefeitura desde a data expressa na primeira nota. 3 – De quem seria o interesse do fechamento do estabelecimento explicitado na nota do dia 26? Alguém poderia responder? 4 – Sabemos que aquela área onde está edificado o centro de ensino é de grande valor comercial e tem muita “gente” de olho naquele terreno.
É preciso que toda a sociedade simõesfilhense reflita sobre essa situação, pois conforme dito são 40 anos de serviços prestados, e sabemos que aquele centro educacional já salvou muitas crianças filhas de pessoas de baixa renda, e não podemos admitir que deixe de existir.
Até breve.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Pérolas na política.
O homem dos 3 mil votos
Após muita luta (é preciso lutar sempre), em 1985 as capitais, regiões metropolitanas e estâncias minerais resgataram suas autonomias políticas, que haviam sido usurpadas pelo regime ditatorial que foi sepultado naquele ano. Naquele mesmo ano, foram realizadas eleições só para prefeitos, pois os vereadores eleitos em 1982 tiveram prorrogação de mandato por mais dois anos.
Em 1988, na campanha para prefeitos e vereadores em Simões Filho, tendo como um dos candidatos a prefeito o Dr. Berlindo Mamede de Oliveira, que foi eleito e governou a cidade de 1° de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992.
Em uma das reuniões de avaliação de campanha, um dos candidatos a vereador saiu com esta: “Doutor Berlindo, eu garanto ao senhor que só do ponto de parada eu desço com três mil votos”. Todos os presentes a reunião ficaram abismados por não conhecer o cabedal eleitoral do dito cujo candidato a vereador, e a partir daquele momento a expectativa foi geral.
Em um dos comícios, como de praxe, os oradores têm um limite de tempo; no momento do dito candidato ele disparou na oratória e não teve limite de tempo que fizesse o mesmo parar. Como o homem era “portador” de vasto cabedal, conforme dito acima, foi-se tolerando até um ponto que não dava mais. Aí veio o tradicional tapinha no ombro na tentativa de fazer com que o cidadão parasse, e nada; o apresentador do comício usando o dedo indicador deu umas “cutucadas” nas costelas do orador, e aí ele atacou com esta: “Eu são sou boi pra você está me ferruando”.
Veio o dia da eleição, os eleitores cumpriram o seu dever cívico, e partiu-se para a apuração dos votos, e sabem o que aconteceu? O homem do grande cabedal eleitoral não foi eleito porque teve apenas menos de duzentos votos.
Esta é alguma das pérolas que acontecem no nosso mundo político.
Até breve!
Após muita luta (é preciso lutar sempre), em 1985 as capitais, regiões metropolitanas e estâncias minerais resgataram suas autonomias políticas, que haviam sido usurpadas pelo regime ditatorial que foi sepultado naquele ano. Naquele mesmo ano, foram realizadas eleições só para prefeitos, pois os vereadores eleitos em 1982 tiveram prorrogação de mandato por mais dois anos.
Em 1988, na campanha para prefeitos e vereadores em Simões Filho, tendo como um dos candidatos a prefeito o Dr. Berlindo Mamede de Oliveira, que foi eleito e governou a cidade de 1° de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992.
Em uma das reuniões de avaliação de campanha, um dos candidatos a vereador saiu com esta: “Doutor Berlindo, eu garanto ao senhor que só do ponto de parada eu desço com três mil votos”. Todos os presentes a reunião ficaram abismados por não conhecer o cabedal eleitoral do dito cujo candidato a vereador, e a partir daquele momento a expectativa foi geral.
Em um dos comícios, como de praxe, os oradores têm um limite de tempo; no momento do dito candidato ele disparou na oratória e não teve limite de tempo que fizesse o mesmo parar. Como o homem era “portador” de vasto cabedal, conforme dito acima, foi-se tolerando até um ponto que não dava mais. Aí veio o tradicional tapinha no ombro na tentativa de fazer com que o cidadão parasse, e nada; o apresentador do comício usando o dedo indicador deu umas “cutucadas” nas costelas do orador, e aí ele atacou com esta: “Eu são sou boi pra você está me ferruando”.
Veio o dia da eleição, os eleitores cumpriram o seu dever cívico, e partiu-se para a apuração dos votos, e sabem o que aconteceu? O homem do grande cabedal eleitoral não foi eleito porque teve apenas menos de duzentos votos.
Esta é alguma das pérolas que acontecem no nosso mundo político.
Até breve!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O ex-deputado, o vereador e a próstata.
O câncer de próstata (CP) é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade. Com os progressos da Medicina e de outras áreas que interferem com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores àquela. Conclui-se, portanto, que mais casos de CP serão diagnosticados. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia (câncer).
A próstata é uma glândula localizada próximo à bexiga cercando a uretra na sua porção inicial. As secreções prostáticas são o maior componente do líquido seminal (ou esperma).
*FONTE: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?63
Acredito que a maioria dos baianos, principalmente de Salvador e Região Metropolitana, devem lembrar-se do folclórico Sargento Isidório, da cidade de Candeias, aquele mesmo que “encampou uma luta” pela redução do preço do GLP (gás de cozinha) na região. Aquele gesto de desfilar para cima e para baixo com o “botijão de gás” as costas lhe rendeu uma vaga de deputado estadual na Assembléia Legislativa da Bahia.
Na época, o já deputado Sargento Isidório conseguiu ser notícia nacional ao afirmar no plenário da Assembléia Legislativa que o exame de próstata era doloroso.
Recentemente, em uma seção da nossa câmara de vereadores de Simões Filho o vereador Jailson, primeiro secretário da mesa diretora, na tentativa de encaminhar uma proposta ficou embaraçado ao tentar explicar o que era exame da próstata, e disse: “Aquele exame que todos conhecem.”
A bem da verdade, a proposta do nobre vereador é pertinente, pois o mesmo, quero acreditar, estaria propondo do poder Executivo que promovesse exames urológicos gratuitos para pessoas de baixa renda para detecção precoce de alterações da próstata.
Entendo que não só o ex-deputado Sargento Isidório, como o nosso nobre vereador, entre outros deveriam antes de encaminhar qualquer proposta publicamente ter conhecimento daquilo que está propondo para evitar vexames e falta de credibilidade daqueles que os assistem ou escutam.
Até a próxima!
A próstata é uma glândula localizada próximo à bexiga cercando a uretra na sua porção inicial. As secreções prostáticas são o maior componente do líquido seminal (ou esperma).
*FONTE: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?63
Acredito que a maioria dos baianos, principalmente de Salvador e Região Metropolitana, devem lembrar-se do folclórico Sargento Isidório, da cidade de Candeias, aquele mesmo que “encampou uma luta” pela redução do preço do GLP (gás de cozinha) na região. Aquele gesto de desfilar para cima e para baixo com o “botijão de gás” as costas lhe rendeu uma vaga de deputado estadual na Assembléia Legislativa da Bahia.
Na época, o já deputado Sargento Isidório conseguiu ser notícia nacional ao afirmar no plenário da Assembléia Legislativa que o exame de próstata era doloroso.
Recentemente, em uma seção da nossa câmara de vereadores de Simões Filho o vereador Jailson, primeiro secretário da mesa diretora, na tentativa de encaminhar uma proposta ficou embaraçado ao tentar explicar o que era exame da próstata, e disse: “Aquele exame que todos conhecem.”
A bem da verdade, a proposta do nobre vereador é pertinente, pois o mesmo, quero acreditar, estaria propondo do poder Executivo que promovesse exames urológicos gratuitos para pessoas de baixa renda para detecção precoce de alterações da próstata.
Entendo que não só o ex-deputado Sargento Isidório, como o nosso nobre vereador, entre outros deveriam antes de encaminhar qualquer proposta publicamente ter conhecimento daquilo que está propondo para evitar vexames e falta de credibilidade daqueles que os assistem ou escutam.
Até a próxima!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Capitães de Areia, cães e gatos.
No ano de 1937, o escritor Jorge Amado, o Jorge mais amado da Bahia, presenteou ao nosso País a obra prima com o título de Capitães de Areia. Neste livro, o autor retrata a situação dos “meninos de rua” da época, na cidade do Salvador. Eram chamados de Capitães de Areia, porque perambulavam pela cidade e o seu “quartel general” era nas areias do cais do porto.
Infelizmente, 73 anos se passaram e aquela situação nada mudou; muito pelo contrário, o descaso evoluiu e os meninos de rua mudaram apenas de “patente” e de local de atuação, passando a serem “coronéis” do asfalto e dos semáforos.
O problema hoje é muito mais agravante, porque naquela época só existiu os meninos de rua, e hoje nós temos também os meninos na rua.
Vamos mudar um pouco o rumo da prosa para expor outra situação análoga à acima citada. Segundo dados estatísticos divulgados pela revista Veja, a contingência de cães e gatos domésticos no Brasil é a segunda maior do mundo, ficando atrás apenas dos EUA.
A população de cães é de 33 milhões e a de gatos de 17 milhões. O ano passado os donos dos caninos e felinos desembolsaram a bagatela de R$ 696 milhões somente com consultas, medicamentos e vacinas. Esta cifra é superior ao faturamento de alguns hospitais particulares no Brasil.
O comércio de serviços e produtos para este seguimento faturou em 2009 R$ 9 bilhões, equivalente ao faturamento do seguimento eletrônico.
Entendemos que quem desembolsa tão alta fortuna para manter os seus bichos de estimação também são donos de fortunas, inclusive contribui com tributos para os cofres governamentais com pagamento de impostos sobre aqueles serviços e produtos.
Os problemas dos cães e dos gatos são de responsabilidade dos seus donos. E o problema dos meninos de rua e na rua de quem é a responsabilidade? Acredito que esta responsabilidade é de toda a sociedade que é responsável pela construção da riqueza do nosso país, e que infelizmente os nossos governantes em todas as suas esferas não cumprem com seus deveres constitucionais.
Até breve.
Infelizmente, 73 anos se passaram e aquela situação nada mudou; muito pelo contrário, o descaso evoluiu e os meninos de rua mudaram apenas de “patente” e de local de atuação, passando a serem “coronéis” do asfalto e dos semáforos.
O problema hoje é muito mais agravante, porque naquela época só existiu os meninos de rua, e hoje nós temos também os meninos na rua.
Vamos mudar um pouco o rumo da prosa para expor outra situação análoga à acima citada. Segundo dados estatísticos divulgados pela revista Veja, a contingência de cães e gatos domésticos no Brasil é a segunda maior do mundo, ficando atrás apenas dos EUA.
A população de cães é de 33 milhões e a de gatos de 17 milhões. O ano passado os donos dos caninos e felinos desembolsaram a bagatela de R$ 696 milhões somente com consultas, medicamentos e vacinas. Esta cifra é superior ao faturamento de alguns hospitais particulares no Brasil.
O comércio de serviços e produtos para este seguimento faturou em 2009 R$ 9 bilhões, equivalente ao faturamento do seguimento eletrônico.
Entendemos que quem desembolsa tão alta fortuna para manter os seus bichos de estimação também são donos de fortunas, inclusive contribui com tributos para os cofres governamentais com pagamento de impostos sobre aqueles serviços e produtos.
Os problemas dos cães e dos gatos são de responsabilidade dos seus donos. E o problema dos meninos de rua e na rua de quem é a responsabilidade? Acredito que esta responsabilidade é de toda a sociedade que é responsável pela construção da riqueza do nosso país, e que infelizmente os nossos governantes em todas as suas esferas não cumprem com seus deveres constitucionais.
Até breve.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Acreditemos nas instituições.
“A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), oficialmente Lei Complementar nº 101, é uma lei brasileira que tenta impor o controle dos gastos de estados e municípios, condicionado à capacidade de arrecadação de tributos desses entes políticos. Tal medida foi justificada pelo costume, na política brasileira, de gestores promoverem obras de grande porte no final de seus mandatos, deixando a conta para seus sucessores. A LRF também promoveu a transparência dos gastos públicos.”
Como podemos observar, a lei supracitada é uma ferramenta que foi construída para barrar a sanha gastadora dos executivos, e instrumentalizar os tribunais de contas da união, dos estados e municípios, e também o Ministério Público no que diz respeito à fiscalização dos poderes expressos anteriormente. Agora que a lei completou 10 anos de existência tendo a sua eficácia sendo útil para a transparência dos gastos públicos, os gestores municipais tentam desfigurá-la conforme matéria abaixo transcrita do jornal A Tarde.
PREFEITOS QUEREM GASTAR MAIS
“Os prefeitos que participarão do congresso da Associação Brasileira de Municípios (ABM) em Salvador (nos dias 25, 26 e 27 de maio) vão entregar uma “carta aberta” aos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) reivindicando apoio para ampliar o teto de compras sem licitação. Atualmente, a dispensa vai até R$ 8 mil, e eles podem utilizar ainda a modalidade carta-convite entre R$ 8001 e R$ 80 mil. Eles querem de R$ 24 mil para os casos de dispensa de licitação e até R$ 45 mil para a carta-convite. Para isso ocorrer, dependeria da mudança da lei, a ser conduzida pelo futuro presidente da República. Como em ano de eleição candidato concorda com tudo, não se duvida de que prefeitos consigam arrancar o “compromisso” de Dilma, Serra e Marina.”
É por conta de ações desta natureza, propostas pelos nossos administradores, que cada vez mais o povo continua dizendo que não gosta de política e de políticos. Entendemos que não acreditar não resolve os problemas, e sim que devemos está sempre atentos as investidas nefastas, e acreditarmos nas leis e nas instituições sérias que fazem com que as mesmas sejam cumpridas.
Até a próxima.
Como podemos observar, a lei supracitada é uma ferramenta que foi construída para barrar a sanha gastadora dos executivos, e instrumentalizar os tribunais de contas da união, dos estados e municípios, e também o Ministério Público no que diz respeito à fiscalização dos poderes expressos anteriormente. Agora que a lei completou 10 anos de existência tendo a sua eficácia sendo útil para a transparência dos gastos públicos, os gestores municipais tentam desfigurá-la conforme matéria abaixo transcrita do jornal A Tarde.
PREFEITOS QUEREM GASTAR MAIS
“Os prefeitos que participarão do congresso da Associação Brasileira de Municípios (ABM) em Salvador (nos dias 25, 26 e 27 de maio) vão entregar uma “carta aberta” aos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) reivindicando apoio para ampliar o teto de compras sem licitação. Atualmente, a dispensa vai até R$ 8 mil, e eles podem utilizar ainda a modalidade carta-convite entre R$ 8001 e R$ 80 mil. Eles querem de R$ 24 mil para os casos de dispensa de licitação e até R$ 45 mil para a carta-convite. Para isso ocorrer, dependeria da mudança da lei, a ser conduzida pelo futuro presidente da República. Como em ano de eleição candidato concorda com tudo, não se duvida de que prefeitos consigam arrancar o “compromisso” de Dilma, Serra e Marina.”
É por conta de ações desta natureza, propostas pelos nossos administradores, que cada vez mais o povo continua dizendo que não gosta de política e de políticos. Entendemos que não acreditar não resolve os problemas, e sim que devemos está sempre atentos as investidas nefastas, e acreditarmos nas leis e nas instituições sérias que fazem com que as mesmas sejam cumpridas.
Até a próxima.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Governo autoriza construção de 4 UPAs.
As construções das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), das cidades de Salvador, Feira de Santana, Barreiras e Itabuna serão formalmente autorizadas pelo governo do Estado nesta sexta-feira (21). A expectativa é de que as obras, que terão investimento de R$ 11,1 milhões, sejam executadas em seis meses. Nas unidades, a população terá atendimento para problemas como pressão alta, febre, cortes, queimaduras, alguns traumas e receber o primeiro atendimento para infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outras enfermidades.
*FONTE: www.bahianoticias.com.br
Quando escutei o título da matéria acima fiquei na expectativa, achando que a UPA destinada a nossa cidade estaria incluída. Infelizmente não está. A não ser que tenha sido incluída em uma autorização anterior que não tomei conhecimento. Caso já tenha sido, seria importante que fosse divulgado para todos os simõesfilhenses.
*FONTE: www.bahianoticias.com.br
Quando escutei o título da matéria acima fiquei na expectativa, achando que a UPA destinada a nossa cidade estaria incluída. Infelizmente não está. A não ser que tenha sido incluída em uma autorização anterior que não tomei conhecimento. Caso já tenha sido, seria importante que fosse divulgado para todos os simõesfilhenses.
Assinar:
Postagens (Atom)